Archive for May, 2007

“The distress signal from the research station on the planetoid’s surface was prompltly received by the astropaths aboard the “Vae Victus” it’s clearance level meant only the captain of the 3rd company, Brother Valius, should lay eyes on it, and so a transcript was promptly sealed on a container with his genetic readings and dispatched with a serf straight away.

The huge blossoming explosions on the planetoid’s surface could be seen even from the  high orbit where the Battle Barge had been stationed… down below the greenkins flocked to the place once known as Barren Valle, from all corners of the planet they came, the survivors of the purge conducted by the now massacred Imperial Guard and the freshly hatched from the spores that seeded the battlefields… they all heard the call resonating within their heads drawing them to that place. There in the midst of a vast open plain a huge idol carved from metal scavenged from a myriad of sources, shaped in the form of a crude hand held aloft a huge spear that glowed with strange energies… DA FORK OF MORK had at last been found and now a WAAAGH the likes of which the Imperium had never seen was shaping up. Between the foul xenos and the Imperium stood only the mighty Ultramarines”.

 

Salve!

 

Bom mesmo bastante atrasado já era hora de eu colocar aqui meu relatório sobre o FORK OF MORK, torneio realizado em São Paulo nos dias 5 e 6 de maio deste ano.

Foi cheio de expectativa que cheguei em Sampa para o evento já que desde 2005 eu não participava de nenhum torneio. De antemão o formato do evento já me agradava, posto que seriam menos jogos (4 nos dois dias de evento) e portanto bem menos corrido que os outros eventos (TV e TI) em que eu havia comparecido. De cara foi bom rever a galera que há muito tempo eu não encontrava: Zeve; Topa; Johnny; Lustosa; Mauricio; Silvio; Tocha; Marcos; Juber; Michel (in no particular order :p) e além destes conhecer (ou re-conhecer no caso do Antonio Jorge) gente nova como o já mencionado A.J.; o Zinho; o Stephano e o Gabarra. Como muitos previam o torneio foi bastante equilibrado sendo que na última rodada tínhamos vários jogadores com chances de ganhar o primeiro lugar.

No fim das contas acho que o fator sorte foi preponderante no torneio com alguns jogadores tendo muita sorte em suas partidas (e emparceiramentos) e outros nem tanto.

Minhas partidas foram as seguintes:

 

“Having discerned the Ork Waagh was converging on the ruins of an old hive city the Ultramarines mad planet fall in a position where they would be able to thwart the Ork advance. To captain Valius’ surprise what greeted them was no horde of greenskins, but a detachment of the Space Wolves chapter. The sons of Russ had already engaged the greenskins but were overwhelmed by the orks superior numbers and now retreated in order to gain an strategic position where they’d better suited to face the waaagh’s menace. Seeing the Ultramarines were already occupying the positions they craved the half maddened Space Wolfs attacked their erstwhile brothers in arms ferociously…”.

 

1ª – Ultramarines vs Space Wolves: Putz de cara peguei o campeão de trocentos TVs e TIs na fatídica mesa do limbo (que me acompanharia em outras partidas) o que a meu ver me prejudicou um bocado. A mesa em questão era mais estreita que o “padrão” (tinha 80 cm de largura), ou seja, prato cheio para o army de Space Wolves que basicamente atravessou a mesa e trucidou minhas unidades. Realmente aprendi o valor dos power fists, nas palavras do próprio Johnny “Isso é muito roubado cara”. A partida foi decidida rapidamente com o Johnny avançando suas tropas montadas nos rhinos (que atravessaram a mesa em um mísero turno) e puderam devastar minhas diminutas unidades rapidamente. Assim quando os reforços na forma do dreadnought e da unidade composta pelo Marneus Calgar e seu “attending staff” chegaram, não puderam contribuir muito para o desfecho funesto da partida. Não há muito o que relatar mesmo… Uma sólida vitória para os SW.

 

A foto a seguir ilustra com propriedade a presepada em que me meti ao enfrentar space wolves na esguia mesa do limbo:

 

 

“Regroup at my position!” “Came the ponderous command of the Ultramarines supreme Commander. By the tone of his voice Marneus Calgar wasn’t pleased at his soldiers performance againt the sons of the wolf. The Ultramarines could barely stage a reaction as surprised as they were at the sight of a brother chapter attacking their position.The last man to arrive at the position now held by Marneus and his terminator command squad was captain Valius. The wounds he sustained while charging a unit of Blood Claws were grievous but still he stood proud alongside his marines. He would fight on. “Multiple readings approaching our position sir!” informed brother Lucius as he scanned his auspex readings “and judging by the size of them it seems the ork waaagh is finally here”. As the marines readied their weapons the trees parted to give way to a huge warband of Orks. Leading it one of the biggest warbosses ever seen, mounted on a giant cyboar. The very ground shaked as three gargantuan squiggoths emerged from the tree line trailing their lobbas and cannons at the Ultramarines’ positions. “Bring them down!” came the orders of the Lord Calgar”.

 

2ª – Ultramarines vs Feral Orks: De longe a minha melhor partida no FoM. O Silvio além de excelente anfitrião foi, como de costume, um adversário fantástico. Logo de cara percebi que não seria possível encarar aquela horda “head on” e que se eles colassem em close combat eu estaria liquidado. O army do Silvio era composto por três unidades grandes de orks (Huntas salvo engano), devidamente dopadas pelos pig doks que integravam o army (+1 de força), esses orks eram liderados por um warboss e seu retinue, todos montados em cyboars e para arrematar 3 (TRÊS!!!) massive squiggoths (Massive (over 12") pontos: 90 WS2 BS3 S9 T7 W6 I1 A4 Ld Sv7 4+) que não bastando o profile já delineado acima, ainda estavam armados com Lobbas e Kannons.

Tendo perdido a primeira partida, era importante que eu ganhasse essa para ainda ter chances de chegar entre os primeiros e quem sabe morder algum prêmio, com isso em mente posicionei minhas tropas de sorte que pudesse maximizar o numero de tiros e ao invés der esperar que os Orks chegassem em minhas linhas usei o Marneus e sua retinue ofensivamente. O plano não podia ter dado mais certo! Com suas tropas bem distribuídas na mesa o Silvio teve de responder ao meu deply “concentrado” e foi obrigado a marchar pela mesa em direção às minhas tropas o que permitiu que eu reduzisse muito os números das suas tropas e lutasse em clsoe combat contra aquelas unidades que escolhi assaltar. O Silvio por sua vez me deu algumas dores de cabeça (maldita regra WAAAGH!) e acabou sendo prejudicado pela regra escalation que impôs que seu HQ e Squiggoths chegassem atrasados ao campo de batalha. A partida em resumo foi memorável, repleta de momentos inusitados e divertidos (de longe o mais legal foi quando o Marneus Calgar zipou o warboss do Silvio) e terminou com todos os Orks mortos, com exceção dos Squigoths, solenemente ignorados por mim durante todo o jogo, já que eu não dispunha de meios para lidar com eles efetivamente. Que venha a próxima partida Silvio (no nosso histórico agora são duas vitórias pra mim e uma pro Silvio)!

 

A foto mostra uma pequena fração do army do Silvio:

 

 

“The Orks are in full retreat sir” “The Ultramarine captain informed the mighty Marneus Calgar. The warbosses’ head was still clutched in the lord Macragge’s blood soaked power fists as he turned to face the captain of the Ultramarine’s 3rd company. “Good job captain… see that those rampaging squiggoths are brought down… we can’t afford to have those stupid beasts running amok behind our lines”. As Calgar issued his orders the first of the squiggoths had a huge chunk of his belly and howda blown apart by a demolisher round fired by the Vindicator “Aurelius”. As captain Valius and Marneus watched the carnage his warriors had wrecked a marine ran up to them. “Sir we picked more signals on our sensors but these are moving fast. It is unlike anything we’ve seen on this sector” the marine stated as he passed the data slate to his Captain. “It  seems the Eldar took an interest on this damned world… they move towards the icy forests up north sir” stated the Captain. “Request our thunderhawks from the “Vae Victus” captain. Let’s move to intercept them” came the simple reply from a man who had grown used to waging war centuries ago”.

 

3ª – Ultramarines vs Eldar: Após enfrentar o Silvio me deparo cou outro campeão de não sei quantos TVs e TIs, o amigo de longa data porém nunca enfrentado Topa, que fazia do FoM o seu retorno às mesas de warhammer 40K. De cara pude perceber que o ponto forte do army do Topa era sua velocidade: Autarca e Farseer montados em bikes acompanhados de um “retinue” de Shinig Spears (confesso que ao ver essa unidade pensei “putz isso vai doer”) como se não bastasse haviam ainda um Falcon com os malditos (e ridiculamente baratos) Fire Dragons, uma unidade de banshees, uma unidade de dire avengers, duas unidades de guardians e uma unidade de war walkers. Como enfrentar isso? Ir pro jogo aberto certamente seria a morte contra um army tão rápido, assim decidi jogar na retranca entocando minhas unidades nas duas florestas próximas à minha zona de deploy. O plano teria surtido efeito se não tivesse cometido dois erros de julgamento cruciais. A batalha tinha por objetivo o controle de quadrantes porém fiz um deploy equivocado com meu dreadnought e julguei mal a velocidade de deslocamento dos dire avengers e banshees, assim perdi minhas duas unidades que contestavam quadrantes (e me garantiam um empate) o que culminou com uma vitória do Topa. Ainda assim jogo foi fantástico e bastante divertido. O Topa foi um adversário memorável assim como a contra carga do Marneus Calgar e seus terminators na unidade dos Shining Spears + Autarca que terminou com a completa obliteração das jetbikes. Esse momento valeu o jogo pra mim.

 

A foto mostra o embate entre os Ultras e os Eldar:

 

 

“Despite having suffered tremendous losses the Eldar plan had been thwarted. Their losses were also too great for them to go on, specially after their leader, the so called Autarch, laid lifeless amid the wreckage of his jetbike on the frozen ground.. As the Eldar secured their positions, unable to move forward, the Thunderhawks once more came roaring down dodging the incoming fire to retrieve the survivors of the onslaught. “Should we head back to the “Vae Victus” Sir?” Inquired the Thunderhawk’s pilot as the remnants of the 3rd company strike force were safely protected inside the ship’s hold. “No” came the stern reply from the battered Marneus Calgar “Take us north towards the ruins the Eldar were headed to. I’m sure we’ll find there what has drawn them to this bleaked world” stated the Ultramarine’s commander.

 

4ª – Ultramarines vc Chaos: Minha última partida no FoM foi travada contra outro amigo de longa data o “ame-o ou odeie-o” Lustosa! Acho que já joguei contra o Lustosa umas três vezes e nunca o enfrentei com o mesmo exército. Desta feita ele trouxe para o FoM um army bastante diferente que girava em torno da habilidade de infiltrar de uma de suas unidades. O army inicialmente colocado na mesa restringia-se à duas unidades: o HQ montado em sua moto (uma fantástica conversão do Lustosa que agora é minha e em breve deve aparecer por aqui com um novo paintjob) e uma unidade de , salvo engano, chosens com ícone do chaos. Esse army se fundamenta na premissa de que a unidade de chosens consiga infiltrar e aproximar-se rapidamente do army inimigo e uma vez ali os Chosens usam o ícone pra conjurar uma unidade de demônios nas barbas do inimigo para “dar uma mãozinha”. Bom essa era uma partida que eu deveria ter perdido… nas palavras do Lustosa ele  sentia-se no “bônus stage de street fighter socando barris ou destruindo um carro”. Como eu fiquei feliz de ganhar essa partida hehehehe. O army do Lustosa começou fazendo sua rotina, infiltrou os chosens e partiu pra cima com o comandante na moto, porem daí pra frente as coisas escaparam meio de controle. Os chosens não conseguiram lidar com uma unidade de marines vanilla de 6 homens e mesmo com todos os três ataques por turno de cada chosen e os 3 power fists distribuídos na unidade o combate durou três turnos culminando com a valorosa morte do sargento (após 6 ataques de power fist) que, com seus míseros dois ataques de volta (eles atacavam com a mesma iniciativa) e após os saves invulneráveis dos chosens (sim eles tinham saves invulneráveis) acabou com a unidade UBER cara do Lustosa (impagável a cara dele nesse momento). To add insult to injury ao passar pelo drop pod depois de ter tostado seu ocupante (um dreadnought) o comandante do army do chãos foi registrado pelos sensores do drop pod “bzzzt… incoming enemy”, que alvejou-o com seu mortal storm bolter (espírito da maquina … 5+ pra acertar) “bzzt… target aquired… bzzzt … firing storm bolter… bzzt” matando o comandante do chaos montado em sua bike troto turbo “bzzzt… target terminated… bzzt” … Podem conferir a lista do Lustosa e o “…poder…..a fúria….a ameaça do….Ghoooost Warp RIIIDER!!!! (look to my eyes!!! Bitch!!)”.  e ai entender como foi hilário ver esse cara morrer com um tiro de storm bolter disparado por um DROP POD! Tendo perdido grande parte do army e o momentum o Lusta avançou com os demônios pra cima e tomou um tiro de ornance na unidade de bloodletters que ficou com somente dois modelos e por muito pouco não voultou pro warp. Sentindo a ameaça do Vindicator ele  deu deep strike dos raptor atrás do tanque porém não conseguiu destruí-lo sendo então cargado pelo Marneus + retinue que deu cabo dos mesmos. Por fim chegamos em um acordo de cavalheiros que deu a mim minha segunda vitória no FoM e uma bela miniatura pra minha coleção!

 

A foto mostra a troca das miniaturas após a batalha:

 

 

“The filthy chaos threat has been excised from the planet and with it the evil warp energies which have been stirring the Ork Waaagh Sir… our job is done, with no more chaos followers performing warp magiks there is nothing else to fear… the orks will fade into nothingness again… the Imperium is safe” “Came the words of Chaplain Lemuldos who had accompanied Marneus on his incursion to relieve the company led by captain Valius in the aftermatch against the chaos minions led by the infamous ghost warp rider. “Yes” replied Marneus “the Imperium is safe… for now… let us gather the fallen, tend the wound, purify our souls for there is more war to be waged in the name of the Emperor”. Back aboard the “Vae Victus”, wounds already fast on the mending captain Valius watched as the last thunderhawks freed themselves from the planet’s orbit approaching the docking bays of the battle barge. As soon as they were safe the planet below blossomed like a thousand suns as the orbital bombardment started. The Emperor’s justice had been served”.

 

Bom esse é o breve relato das minhas partidas no evento memorável que foi o FORK OF MORK. Como vocês já sabem meu desempenho com duas vitórias e duas derrotas rendeu-me pontos suficientes para que, além dos prêmios de melhor army e melhor miniatura individual eu ficasse também com o prêmio de Campeão Geral o que foi, uma vez mais, a cereja do bolo pra mim. No fim das contas joguei quatro partidas contra quatro generais competentes e me diverti a beça… não é pra isso que servem os torneios? Prego uma vez mais que, havendo a disponibilidade financeira e de tempo participar de um torneio adiciona uma nova dimensão ao hobby posto que não só motiva para que você se dedique a pintar um army, mas também oferece uma nova ótica do jogo posto que disputamos diversas partidas contra adversários não habituais e contra armies que, dado o tamanho de nosso país e a forma como estão distribuídos os jogadores, normalmente não se enfrentaria em nossas cidades de origem.

Ficam aqui uma vez mais meus agradecimentos à organização aos demais membros da organização do evento, com a qual pude contribuir, que uma vez mais se mostraram excelentes anfitriões não só para comigo mas também para com os participantes de outros Estados. Que venha o próximo evento.

 

Grande abraço a todos!

 

Hello there!

 

As I said I would, this is my written account on how hectic the month of April was (paintingwise). If you’re one of the few English speaking readers of mine, and has been following this blog for a while, you probably know I was toying with an Ultramarine army for thE Painting Challenge issued here and on the “Chumbo; Plástico; Tinta & Pincel” blog a while ago. I was supposed to paint that army over the course of an year, the agreed time in the Painting Challenge, but things didn’t turn out that way as you guys already know.

THE FORK OF MORK tournament idea came out of a conversation between me and two very good friends who actually live in São Paulo. I wanted to visit them and not to miss the trip (we live very far away from each other) wanted to get some quality gaming time while I was there, thus the tournament came to life, but then I was assailed by doubt: Which army should I take?

As the photo galleries on this blog appropriately show I am an avid collector of GW’s armies and models, thus I was spoiled for choices, but, having this huge predilection for playing games with painted armies narrowed my options to one, my trusted Salamander army.

I’m still proud of my Salamander army. It’s by far my best achievement in painting an army so far, but I felt it was a bit “burned out” because of the amount of prizes it managed to win on the 2005 winter tournament (Best painted army; Best painted army in tle player’s choice and Best individual miniature prizes) and so I wanted to take something new.

Not wanting to turn down on an opportunity I decided to give painting my Ultramarines a go. If everything failed I’d still be able to take my Salamanders and would have painted a good amount of models for the painting challenge in the process.

It seemed a daunting proposition back then, painting 1500 points in a month, 500 points more then what I’d set out to paint in a year. I was unsure on what to add to the army to increase the amount of points for the tournament. At first I tought adding more troops an assault squad and c couple of tanks would be the best way to go but that choice would greatly hinder my chances of succeeding in painting the army in a month as it would add to many models to the list. My choice was to add a few “spicy” models which would give me the chance to try different stuff “paintinwise” (and also the opportunity to show off a bit) and that would also help me with a theme I already had in mind; Thus the models of Vindicator tank; a chaplain in terminator armor; a librarian in terminator armor and Marneus Calgar himself were added to the list.

I envisioned the army as a small beaten up detachment of the 3rd company, which had been sent to quell a growing WAAAGH (which in turn had been spurred by the appearance of a mythic Ork artifact – THE FORK OF MORK) but having suffered too many losses calls back for reinforcements getting those in the form of the Lord Macragge himself and his attending retinue.

Having decided the models I’d use and the theme of the army the rest of the month was spent on a maddening spiral of painting and converting.

All Space Marines in the army have been converted to showcase the real size of a Space Marine, some in more obvious ways like the power armored ones, others in more subtle ways like the terminators. Apart from that they all sport some kind of small tweak and also the tanks (thank’s Dan!) who were scratch built and then had some plastic parts added.

Painting followed a simple formula to all models: After the black primer dried for a day I used an airbrush to apply a basecoat of Ultramarine Blue to all the models. That was followed by a wash of blue ink over which three coats of highlights were applied. The first one pure Ultramarine blue and the second ad third ones were a mix of Ultramarine Blue and Skull White. On top of everything another wash of blue ink was applied to tone the highlights down.

Banners and Ultramarine symbols, as well as squad markings, were all freehanded.

I’m proud of the final result I managed to achieve on such a short time, and really happy that this army managed to win the “Best Painted Army” (“Da Gud Mob”) and the “Best Individual Miniature” (“Big Mek”) prizes. I’d like to thank all the people who were a part of the effort of painting this army up in time, in special to my dear wife, who never let me give up, and to Danilo, who, even tough we’ve never met in person, has become a good friend and is always ready to lend me a hand in my projects no matter how crazy they might be! Thank you all!

To wrap this up here is a picture from the complete army taken at the tournament, the close up shots of each unit will be added soon:

 

 

See you soon!

Salve!

 

Bom como tinha prometido é hora de pormenorizar como foi a maratona de pintura à qual me dediquei ao longo do mês de abril.

Como a maioria dos leitores que tem acompanhado este blog ao longo dos últimos meses já sabe que o army dos Ultramarines destinava-se a um concurso de pintura informal proposto em conjunto aqui e no “Chumbo; Plástico; Tinta & Pincel”, assim como no fórum WHB, objetivando completar a pintura de um army de 1000 pontos ao longo do lapso de tempo de um ano.

A idéia motriz por trás desse desafio era não só motivar a mim e ao Ultramarcos a voltar a pintar com mais “compromisso”, mas também encorajar outros a fazê-lo demonstrando que pintar um exército não é nenhum bicho de sete cabeças, sendo factível desde que se estipule um prazo e se trabalhe para cumpri-lo.

Pois bem, em meados de março / abril do corrente ano de um papo com os amigos Tocha e Silvio (do “Diário de um Roleplayer”) surgiu a vontade de organizar um mini torneio sem São Paulo, daí nascendo o incrível evento que foi o FORK OF MORK (mais sobre ele em um relato detalhado aqui mesmo no “The painting frog” em breve), e com o evento tomando forma fui tomado pela dúvida: Qual army levar pro evento?

Como alguns já devem ter percebido sou um colecionador compulsivo das miniaturas e armies da GW (e de outras companhias também), assim escolha é o que não me faltava, porém grande parte desses armies está sem pintura, e jogar com armies sem pintura certamente não me apraz.

Eu insisto em dizer que pintar e converter seus próprios armies são 50% do hobby de wargames, se essa faceta do hobby não te atrai existem outros wargames com miniaturas pré-pintadas igualmente divertidos que permitem maior dedicação ao aspecto tático do hobby.

Assim grande parte dos meus armies ficou de fora da escolha. Na verdade eu tinha só uma escolha: Levar novamente os Salamanders para o torneio, porém esta idéia não me agradou.

Não que haja alguma coisa errada com eles. Os Salamander Space Marines são, de longe, meu melhor trabalho até hoje, porém acredito que, em virtude do sucesso deles no Torneio de Inverno 2005 (onde ganharam os prêmios de Melhor army; melhor army na escolha dos jogadores; melhor miniatura individual) os mesmos não teriam o mesmo impacto, assim uma idéia começou a tomar forma no meu subconsciente: “E se eu levasse os Ultramarines?”.

Até então poucas miniaturas haviam sido pintadas, duas pra falar a verdade, e o prospecto de pintar todo um army de 1500 pontos (dos quais 1000 pontos originalmente seriam pintados em um ano) era certamente intimidador. Mesmo assim decidi tentar, pois, na pior das hipóteses, levaria os Salamanders e adiantaria bastante a pintura dos 1000 pontos do Desafio de Pintura.

O primeiro passo foi “encorpar” a lista adicionando modelos que levariam o total de pontos para 1500, previsto pelo torneio. Aqui a primeira decisão séria: Fazer um army “padrão” investindo os pontos extras em mais tropas (e assim aumentando consideravelmente o número de miniaturas a serem pintadas e consequentemente diminuindo minhas chances de sucesso) ou usar os pontos extras para comprar algumas unidades de elite (com menos miniaturas) que me permitiriam caprichar mais na pintura e criar um tema interessante pro army? Essa quase nem se classificou como decisão, sendo fácil escolher a segunda opção.

Assim foi adicionado um tanque (um Vindicator) à lista original e o squad de terminators que integrava àquela lista como uma opção de elite foi acrescido de três modelos: Um capelão em terminator armor; um librarian em terminator armor e por fim o próprio comandante dos Ultramarines Marneus Calgar, tornando-se assim o command squad deste último personagem.

O tema desse army era o seguinte: Um pequeno destacamento da terceira companhia, liderado pelo capitão Valius havia sido enviado para rechaçar uma WAAAGH em formação (o achado de um artefato mítico dos Orks intitulado FORK OF MORK estaria agitando os Orks e catalisando a formação da WAAAGH). Tendo sofrido pesadas baixas e estando reduzido a um pequeno contingente o capitão requisitou auxilio ao capitulo sendo atendido e recebendo os reforços de ninguém menos que Marneus Calgar.

Tendo um tema e escolhido as miniaturas necessárias entrei de cabeça no processo de construção do army.

Como já havia dito aqui anteriormente, a idéia por trás do desafio era nos motivar a pintar, porém tanto eu quanto o Marcos nos estipulamos um “objetivo secundário” que era o de levar nossas habilidades um pouco além de onde estavam, assim, como você que acompanha o blog já sabe, decidi fazer meus Ultramarines na escala real, ou seja, “True Scale”, assim antes de pintar qualquer coisa tive de converter cada um dos Space Marines em power armor do modo como havia descrito anteriormente (confira o link “true scale” acima). Importante frisar que todas as miniaturas desse army foram convertidas para terem a estatura apropriada a um Space Marine, sendo algumas mais óbvias (como nos marines) e outras nem tanto (no caso dos terminators), além disso existem conversões menores em todas as peças (como os bolters usados pelos marines que não são bolters comuns). Aproveitando que estou falando das conversões gostaria de agradecer ao “mestre engenheiro” Dan Peixoto (do “Espaço do Dan”) pela ajuda na confecção dos tanques, assim como na “reforma” dos que já estavam prontos. Sim os dois razorbacks e o vindicator usados no army são “scratchbuilt”, confeccionados em papel pelo Danilo. Grande abraço e mais uma vez muito obrigado Dan!

Finalizado o processo de conversão foi hora de atacar a pintura propriamente dita, onde experimentei uma ferramenta que revolucionou minha forma de pintar e emprestou grande celeridade ao processo como um todo: O aerógrafo.

As miniaturas foram inicialmente cobertas com o primer preto, fiz isso com o maior número de miniaturas possível para economizar tempo, deixando-as que secassem por um dia (24 horas) propiciando assim maior fixação do primer na peça (embora ele esteja seco ao toque relativamente rápido, em quinze minutos, é recomendável aguardar 24 horas para completa fixação).

No dia seguinte, fazendo uso do aerógrafo apliquei em todas as miniaturas a cobertura básica (basecoat) de Ultramarines Blue sobre a qual irira trabalhar. Após essa tinta secar (o que ocorre literalmente em segundos por causa do aerógrafo e a atomização da tinta que ele faz) apliquei uma aguada (wash) de azul mais escuro para delinear as áreas de sombra e dar maior contraste  às miniaturas.

Depois de seca a aguada hora dos highlights: Cada parte da armadura da miniatura recebeu três camadas de highlight, partindo de uma nova aplicação de Ultramarine Blue, e com conseqüentes aplicações de Ultramarine Blue + Skull white nas camadas seguintes. Finalizada a última camada de highlight usei uma vez mais um wash de azul escuro para diminuir o contraste entre os highlights.

Esse foi o procedimento básico utilizado em todas as miniaturas, assim como nos tanques, que compõe o exército.

 

Bom, isso conclui o relato de como foi pintado o army Ultramarine ao longo de um mês. A meu ver, a lição mais importante aprendida por mim ao longo do mês em que pintei esse army foi a de que prazos são imprescindíveis para se pintar um exército. Há que se criar uma meta realística para completar-se o trabalho e ater-se religiosamente á ela. A formula ideal a meu ver é pintar uma miniatura por dia, mas sendo isso impossível, acho imprescindível dedicar 15 minutos diários à pintura para se completar o army, isto, é claro, se essa for sua intenção. Mais uma vez muito obrigado aos amigos que contribuíram no processo, seja com ações concretas ou palavras de estimulo e encorajamento. Que venha o próximo army! Deixo com vocês a foto de autoria do Topa mostrando todo o army. Close-up shots de todas as minis em breve.

 

 

Grande abraço!

 

PS: English version to come soon!

Salve!

Bom não foi só aos Ultramarines que me dediquei ao longo do mês de abril. Gosto de “side projects”, miniaturas que você pode trabalhar enquanto espera que o “projeto principal” seca, ou mesmo para dar uma espairecida (acredite pintar um army todo em uma só cor pode ser BEEM cansativo).

Já há algum tempo recebi a miniatura de um grande amigo que queria ter uma peça pintada por mim. A miniatura em questão era um Inquisitor Lord convertido à partir do Torquemada para o army de Daemonhunters do Ultramarcos.

A mini já tinha vindo pras minhas mãos, voltado sem pintura pro Marcos e no ano passado, por ocasião da visita do cara retornou pra minha “to do list”.

Às vésperas do FORK OF MORK, como o Marcos me disse que iria usar a miniatura no army dele, resolvi terminar de uma vez a pintura da mini.

Fiquei muito feliz com algumas coisas, decepcionado com outras e satisfeito com o resultado geral. As fotos mostram como a mini foi entregue ao marcos que deve adicionar alguns toques finais à base para que a miniatura se adeque melhor ao army Daemonhunter dele.

Deixo as fotos falarem por mim:

Até a próxima.

Hello there.

This is a quick update to showcase a “side project” I worked on while finishing up the Ultramarine army for the FORK OF MORK tournament. I like having these secondary models to work on while working on a main project, if for no other reason, for the sake of varying what I’m working on, as painting an army can be quite tiring sometimes.

Anyway this Daemonhunter was converted by my good friend Marcos, from the “Chumbo; Plástico; Tinta & Pincel” blog, who in turn gave it to me so I could paint it up for him. I them created a custom base, trying to evocate something “chaosy” (the tendrils coming out of the ground). The pictures show the final models as it was given to Marcos who shall add some finishing touches to the base so it can better blend with the ones in his army (don’t forget to check his blog for pictures of his nicely painted armies).

Cheers.

FORK OF MORK RESULTS!

Posted: 09/05/2007 in Warhammer 40K

Salve!

 

Retornei ontem da viagem pra Sampa onde disputei o FORK OF MORK com os Ultramarines pintados ao longo do último mês. Fico feliz em dizer que meus esforços foram laureados com não somente o prêmio de melhor army do evento, como também com os prêmios de melhor miniatura individual, pro Librarian em terminator armor, e campeão geral.

Dizer que estou feliz com o resultado é um enorme understatement… Exultante é a palavra mais apropriada! Fico orgulhoso não só do desempenho da pintura do army, mas também do meu desempenho como general, posto que os pontos de batalha auferidos nas partidas não só me deixaram num respeitoso 6º lugar, atrás somente de caras que mandam muito bem e sempre ficam bem colocados (não menos que 4 “former champions” na minha frente), e que como conseqüência rendeu-me o premio de campeão geral.

Estou preparando agora as atualizações pro blog contando não só o processo de pintura do army e pormenorizando cada uma das miniaturas mas também com um report sobre o evento que superou, e muito, minhas expectativas sem dever nada aos TVs e TIs de outrora! Ficam desde já os sinceros parabéns aos amigos de São Paulo responsáveis pela organização do evento: Tocha; Silvio e o Marcos!

Pra quem ficou curioso e não agüenta esperar pelas atualizações aqui, as fotos do evento já podem ser conferidas no fórum WHB.

 

 

Até breve.

 

 

Hello there!

 

I’ve just returned from São Paulo where I attended the FORK OF MORK tournament with the Ultramarine army I painted over the course of April. I’m happy to report that my efforts were not in vain as I’ve won not only the best painted army trophy, but also the best painted miniature and the overall champion trophy to boot. I’m extremely satisfied with my performance not only on the painting field but also as a general, as the amount of points I was able to score on the games I played is what landed the Overall Champion prize on my hands. Reports on the painting process and also on the event itself to follow soon. In the meantime check the  pictures of the event here.

 

Cheers!