Archive for April, 2012

Hello Reader.

 

You might know by now that I live in Brazil. Yes, there’s more to Brazil than what google shows, there’s even miniature wargaming, go figure. But I digress.

 

As I’ve mentioned a couple of times in other articles here on the blog, our gaming community is scattered all over the country, with bigger pockets of players in the bigger cities like Rio de Janeiro and Sao Paulo, but we really have people spread all over. Some of them live in small cities (which English native speakers would call towns or even villages) and I happen to be one of them.

 

This is where I currently live. So having no gaming partners around it should come as no surprise to you reader that my focus in the hobby lies in painting miniatures. Over the years I have strived to learn and improve my painting skills and even though I’ve managed to paint a good quality tabletop miniature I do struggle when it comes to mastering the more advanced techniques in miniature painting.

 

So when a fellow member of the Warhammer Brasil forum (Fabricio Fay from the Los Figureros blog) announced he was bringing none other than Fernando Ruiz Ceano to minister a two day painting course, something which never happened before here, I jumped at the chance to learn from one of the Spanish masters.

 

The course will happen in the city Porto Alegre on the 5th and 6th of May 2012 and I couldn’t be more excited about it. Hope to learn a lot and hopefully that will be another turning point for my painting skills.

 

I’ll try to take photographs at the course and hopefully will share a review with you guys when I return.

 

Over and out

 

+++

 

 

Salve Leitor.

 

Se você é leitor do blog há algum tempo ou acompanha o fórum Warhammer Brasil, onde sou bastante ativo, já deve ter percebido que o meu foco no hobby é muito maior na pintura das miniaturas do no que lado estratégico da coisa.

 

Não que não me interesse por esse aspecto do hobby, longe disso, mas morando onde eu moro não tenho como me dedicar tanto aos jogos tanto como gostaria. Lembro até hoje um comentário feito pelo Fabrício “Biço” sobre minhas miniaturas quando nos conhecemos pessoalmente, por ocasião do primeiro TV/TI em que pude ir: “Também morando no mato e sem mais o que fazer tinha mais é que pintar miniaturas mesmo!”. Se essas não foram as exatas palavras dele foi algo muito parecido.

 

Fato é que meu interesse pelo hobby surgiu primeiro pelas miniaturas e sua pintura e depois pelo jogo em si, e embora ainda não tenha chegado perto dos luminares da pintura de miniaturas no Brasil (já que caras como o João “Daedalus” Grivot, Fabrício Fay, Luciano “Paintmaker”, Cris e Paulo Cavalcanti pintam bem a ponto de competir com sucesso em competições internacionais) cheguei ao que considero um excelente tabletop e, sem falsa modéstia, tenho tido sucesso nas competições de pintura em que participo nos eventos Brasil afora.

 

Ainda assim, como qualquer outro adepto do hobby penso eu, não me acomodo e tenho sempre tentado melhorar, e foi com esse intuito que me inscrevi em uma iniciativa inédita no Brasil: Um curso de pintura com um verdadeiro mestre espanhol dessa arte, ninguém menos que Fernando Ruiz Ceano.

 

Pra quem não conhece o “maestro” é pintor de renome internacional e além de competir com sucesso em diversos concursos de pintura (com pintores do calibre de Julio Cabos) e atua como pintor freelance para diversas companhias entre elas Art Girona empresa que produz a miniatura que será empregada durante o curso.

 

Átila Rei dos Hunos - Miniatura que será usada no curso / Attila King of the hun - Miniature which will be used on the course.

 

O curso, uma iniciativa inédita no Brasil, está sendo organizado pelo já mencionado Fabrício Fay, do blog “Los Figureros”, e vai acontecer em Porto Alegre/RS nos final de semana dos dias cinco e seis de maio de 2012 (aqui o artigo original sobre o curso).

 

Admito mal estar contendo a ansiedade em participar do curso que acredito que vai ser um divisor de águas no que diz respeito não só às minhas habilidades de pintura, mas também para o hobby de pintura de miniaturas no Brasil.

 

Vou tentar fotografar o curso e, ao retornar, escrevo um relatório do evento compartilhando com vocês como foi a experiência.

 

Até breve.

 

+++

 

Hello Reader.

 

Today we’re back to the Infinity subject. You can probably tell  I’m rather enraptured by this game as of late and, as I believe my efforts show, have been giving it a lot of attention.

 

I’m still working on adding subtitles to the videos originally published in English by Corvus Belli as I think that’s bound to generate even more interest on this game here if people understand what the videos are about as, unfortunately, not everyone speaks English in Brazil.

 

This time I worked on the background videos which were originally published in several small chapters, however I’m working with a single video which features the background of all available factions in this game.

 

As I have already mentioned on my article featuring my initial impressions about the game, what’s really nice about the game’s background is that it portrays a future we can all relate to as it is essentially our own world’s a hundred and seventy five years from now, making the game’s story more palpable so to speak.

 

So if you missed them the first time they were published and would like to watch them without Portuguese subtitles I strongly recommend you check Corvus Belli’s channel on Youtube (there’s nine background videos in there thus far). If you don’t mind the subtitles scroll down a bit for the video.

 

Hope to see you around soon.

 

Over and out.

 

+++

 

Salve Leitor.

 

De volta ao Infinity, temos hoje, devidamente legendado para o português, o vídeo que aborda o background do jogo.

 

Como eu já havia mencionado em meu primeiro artigo sobre o jogo acredito que o background do mesmo tenha como grande atrativo o fato de ser bastante próximo de nós posto que trata-se do nosso mundo daqui a algumas centenas de anos permitindo assim um interessante vislumbre de como estarão o planeta terra e suas nações quando finamente alcançarmos as estrelas e estivermos ameaçados por uma terrível ameaça alienígena.

 

Não é difícil assim para um jogador brasileiro tentar colecionar um exército que represente as forças de seu país nesse futuro (que estão integradas e a serviço de PanOceania) ou para um jogador francês representar seus compatriotas futurísticos com miniaturas merovíngias de Ariadna.

 

O vídeo em si é bastante sucinto e dá uma boa idéia para os interessados no jogo acerca da história e motivações de cada uma das facções do jogo. Embora mais longo do que na forma como foi originalmente publicado (dividido em nove capítulos no canal do Youtube da Corvus Belli) entendi ser melhor manter o vídeo intacto não só de forma a respeitar o formato em que recebi o material para ser traduzido, mas também para apresentar de uma única vez o rico background do jogo.

 

Sem mais enrolação o vídeo:

 

 

Até breve.

 

+++

 

Hello Reader.

 

Taking a quick break from my series of Infinity related posts I’m showing you guys today something I’ll start working on soon.

 

One of the great things we have, IMHO, on the Warhammer 40.000 community are Ork players and their armies. As you probably know the Orks are one of the oldest and most emblematic races in the 40K universe and still they were neglected for a very long time during which Ork players had to endure their army’s old rules and the veiled disdain from their opponents. Orks had “gone soft” according to some players back then.

 

The few Ork players out there endured, and like true Orks they dug in and thrived under those harsh conditions. They didn’t have as many shiny new kits as the other armies did, so they looted what they liked and when they couldn’t find something to loot they simply built. And man what gorgeous armies the “meks” can come up with.

 

Well, I happen to have a friend who is an accomplished Mek. His Ork name is “Weeny Legz”, his friends in the real world call him “AJ” but over the web he goes by other names like “Arcuballis” and “Da Goff Rocker”. Unfortunately we don’t get to see each other as often as I’d like to, or even talk, as he’s pretty busy with his day job, but still whenever we meet, or catch up over the phone, it’s always a pleasure to talk to him about our common passions, including this hobby we share, and seeing whatever he’s working on. Seriously, there’s nothing like when he turns to you and says he’s got “something to show” or when you get an email from him with something attached to it.

 

Over the years this guy has created incredible pieces for his armies (in which pretty much every single piece is converted or scratch built like his nurgle army and his squats) and for the gaming table (like an Imperial Train or, more recently, an entire Mordheim table), but, again in my humble opinion, nothing he does can top the work he’s done on his Orks over the years.

 

I was so enthralled by his first pieces (and this particular model in special. I even asked a friend to try and make me one but it turned out too small) that I decided on the spot I was going to make me an Ork army. I even asked him to do some pieces for me under commission but he never got around to doing them, so, in order to satisfy my urge to paint some of his stuff I began to paint his models for him.

 

Older readers might recall “Da Green Monsta” or “Lenny the Squiggoth” which are some of his works that have been painted by me over the last few years and shown here on the blog. Back then when I wrote about painting Lenny I wrote about trying to improve my painting skills so I could work on what I consider his “MASTAHPIECE”. That was back in 2009!!!

 

I should mention here that this model was built in 2006 as the original topic showing its early stages of construction on “Da WAAAGH” forum shows. AJ is a prolific builder but a slow painter I’m afraid to say.

 

So back in 2009 when I came across this incredible scrathcbuilt vehicle still not even primed I kidnapped, or “miniaturenapped”, it along with Lenny, which was given to me by AJ to be painted and then returned. The idea was to paint them together and return them both as a surprise to him as, back then, he didn’t know I had taken his “DEEPSQUIG 1”.

 

Well, the model has sat inside my miniature closet since then, and whenever I open it to pick something from it the Deepsquig looks at me with that frowning face it has reprimanding me for keeping him away from his master this long.

 

Well, I intend to start remedying that situation soon. As the final picture shows I have already primed it. I guess that’s as good a start as any.

 

More on that soon!

 

Over and out.

 

+++

 

 

+++

 

Salve Leitor.

 

Dando um tempo na seqüência de artigos sobre o Infinity eu vim mostrar hoje algo em que pretendo começar a trabalhar em breve.

 

Quantas vezes você viu algo realmente original no hobby? Não muitas acredito eu. Se já é complicado o bastante para a maioria de nós conceber uma lista, escolher os modelos, montá-los e pintá-los o que dirá criar um exército inteiro a partir de um conceito inovador , ou ao menos diferente do que vemos corriqueiramente, e executar inúmeras conversões para dar vida à essa idéia.

 

Bom, ao longo dos meus mais de 10 anos nesse hobby já vi alguns bons trabalhos nesse sentido, armies temáticos como uma força de Kroots Renegados, um army de Wood Elves baseado nos Na’vi do filme Avatar de James Cameron, outro army de Wood Elves repleto de criaturas baseado no filme As Crônicas de Nárnia, um army Eldar baseado em Star Wars.

 

Todos esses armies são exemplos fantásticos do que qualquer jogador pode fazer com uma boa idéia na cabeça, um bom suprimento de bitz e miniaturas e alguma habilidade.

 

Existem bons exemplos de exércitos temáticos construídos por jogadores brasileiros, como os Ninjorks do Sócrates “Peacecraft” ou os Necrons do “Arhurt”, mas um cara sempre me surpreendeu com cada um dos armies que apresentou em torneios ou no Warhammer Brasil: O Antônio Jorge, também conhecido como “Weeny Legz”, “AJ”, “Arcuballis” ou “Da Goff Rocker”.

 

Ao longo dos anos esse cara tem criado armies para o 40K e Fantasy completamente convertidos e com os temas mais variados: Uma 13ª Companhia dos Space Wolves, um army de nurgle liderado pelo famigerado “Maggot”, um army de Squats … a lista é longa, mas, ainda que cada novo trabalho seja sempre primoroso e melhor que o anterior, aos meus olhos, nada que ele tenha feito consegue superar o trabalho do cara com os Orks.

 

Como qualquer Mek que se preze o AJ construiu todos os veículos do seu army, a “OONF” (um acrônimo para “Ork Operashuns Naval Force”), a partir do zero (“scratchbuilding” é o termo em inglês) adotando o tema naval em cada um deles. Um dos mais legais deles é um “zoobmarino” Ork chamado “Deepsquig One”. Fiquei tão encantado com esse modelo na época que pedi a um amigo que tentasse reproduzi-lo para mim, mas devo admitir que a cópia não chegou nem perto do original. Fato é que achei o army tão genial que me empolguei em fazer meu próprio army Ork e embora tenha suplicado ao AJ que fizesse alguns construtos pra mim tenho tido de me contentar em pintar as miniaturas do army dele.

 

Se você acompanha o blog há algum tempo já deve ter visto por aqui alguns modelos construídos por ele e pintados por mim, o “Da Green Monsta” e “Lenny Da Squiggoth”. Quando postei sobre o Lenny mencionei estar praticando para encarar o “Master-Masterpiece” do AJ. Ninguém menos que o já mencionado “Deepsquig One”. O problema é que eu pintei o Lenny em 2009.

 

O AJ tinha me entregue o Lenny para que eu o pintasse por ocasião do Spoon of Gork naquele mesmo ano e eu me aproveitei dele ter tido de ir embora mais cedo do evento (e deixado seus modelos com o Silvio) e na mão grande trouxe junto o “Deepsquig One” (que já estava pronto desde meados de 2006). É óbvio que nunca me passou pela cabeça ficar com ele pra mim! A idéia era pintá-lo junto com o Lenny e devolver os dois pro AJ fazendo uma surpresa.

 

Bom… é óbvio que o plano não deu certo já que o DS1 (cansei de escrever ‘Deepsquig One”) ainda mora aqui dentro do meu armário de miniaturas e me lança olhares acusadores sempre que abro o armário rpa pegar alguma coisa lá dentro, porém, chega de enrolação, assim que completar o trabalho nos starters de Infinity (que estão quase prontos) encaro o DS1 e acabo com essa lenga lenga.

 

Pra provar o intento até passei primer no tanque (ok, já tem um tempinho… o bicho tá até sujo, mas vale a intenção não é?).

 

Mais em breve! Até logo.

 

+++

 

Hello Reader.

 

Been a while right? Well it seems everything has been conspiring against me when it comes to updating the blog and sharing stuff with you. I’m still on a strong Infinity vibe here as I continue to work on adding subtitles to the videos I have received and I am still working on a first batch of Infinity models with which I intend to start showcasing the game here and continue sharing my impressions about it with you.

 

“So why haven’t we heard from you in a while?” you might ask, well at first Youtube was giving me a very hard time to upload the videos I had already done to it, but now, to add insult to injury my PC has decided 4 years was a pretty long time of service and crashed on me. As I live on a pretty remote area I don’t feel confident taking the computer to local technicians as I’m really dreading losing all the files I have stored in it, so I’ll probably get it fixed sometime next week (and perhaps I’ll look into purchasing another more recent and up to date computer system. We’ll see).

 

Not wanting to slack too much here on “The Painting Frog” I’ve scavenged a usable notebook which should suffice for my internet needs until next week. Again, we’ll see.

 

So, after this preamble I should get to today’s post, which is another Infinity video I have added Portuguese subtitles to. This time the video offers us an explanation of how modifiers influence the Infinity game, and how tactically important they are in it.

 

As with the other videos I have been publishing here recently, this video was originally published on Youtube by Corvus Belli and you can check it here (and if you missed them as well here are the links to the first and second parts of the sequence which explains the basic rules of the Infinity game).

 

Over and out.

 

+++

 

Salve Leitor.

 

Poxa demorou, mas finalmente consegui sentar-me para atualizar o blog. Não tava com preguiça, nem passando por uma crise de inspiração. Longe disso.

 

Posso dizer que faz muito tempo que não tenho tanto gás em relação ao hobby e para escrever sobre ele aqui no blog. Dessa vez o universo, mais especificamente a internet, andou conspirando para que eu não conseguisse atualizar o “The painting Frog”.

 

Primeiro foi a tremenda dor de cabeça que andei tendo para subir os vídeos para o Youtube, e quando finalmente consegui subir os vídeos o meu PC, após 4 anos de serviços prestados, resolveu que tinha trabalhado demais e me abandonou.

 

Como alguns leitores devem saber eu não moro, me escondo, e sendo assim estou meio receoso de levar o computador pros “técnicos de informática” locais com medo de perder todos os meus dados, por isso devo arrumar o computador (ou quiçá comprar um novo) somente na semana que vem, mas para não deixar o blog às moscas até lá acabei colocando em serviço um note quebra galho.

 

Bom, o vídeo de hoje está pronto já tem uns dias e, como nos vídeos anteriormente publicados sobre o jogo Infinity (se você os perdeu pode conferir o primeiro deles, sobre Ordens, aqui e o segundo, sobre as rolagens de dado no jogo, aqui) , ele detalha uma vez mais um aspecto das regras básicas do jogo: Modificadores.

 

Pra quem joga RPG ou alguns outros wargames o conceito de modificadores não é nenhuma novidade. Basicamente o uso dos modificadores implica em algumas ações no jogo sendo facilitadas ou dificultada dependendo das circunstâncias na mesa de jogo.

 

No Infinity o uso dos modificadores é bastante elegante, e simples, e acaba criando um jogo extremamente tático à medida que os jogadores buscam alcançar as posições mais vantajosas no campo de batalha para não só facilitar as ações que querem executar mas também dificultar as respostas do inimigo.

 

Segue o vídeo:

 

 

Até a próxima pessoal.