Hello Reader.

 

Well, it seems that in light of all the recent articles published here, the word on the street is that I don’t paint miniatures.

 

With this blog being called “The Painting Frog” there has indeed been a shortage of painting related articles, something I’ll try to remedy today.

 

One of the things I have been trying whenever I sit down to paint is to step out of my comfort zone, and lately that has meant experimenting with the airbrush. I’ve owned one for a while now and used it with some degree of success in the past to paint a small force of Ultramarines and also on the first of the Saim-Hann Eldar I’ve painted.

However, I struggled with the airbrush’s maintenance and over time it started to get clogged with paint and no matter how hard I tried I couldn’t seem to make it work, so I left it aside for a good while (I mean years). Some of my friends have recently started using airbrushes with excellent results, and that has inspired me to give the tool another try.

 

Marcos (from the “CPT&P” blog) and Vitor (from the “Vamos Ver no Pano Verde” blog) were pivotal in sharing tips and tricks for the airbrush’s maintenance between applications of paint and after the painting session was done, Vitor even sent me some tiny brushes I used to clean inside the airbrush and lo and behold, there was some blue paint in it still from when I first used it, so no surprise why it hadn’t been working properly.

 

Having fixed the airbrush, my next goal was what to paint with it. If you’ve been reading the blog, you might have come across this battle report in which one of my friends embraced the darker side, summoning daemons to aid his Blood Angels. Such heresy shouldn’t go unpunished and I believe it’s high time the Inquisition gets involved along with their power armored, daemon hating buddies: The Grey Knights!

 

I happen to have an army of Grey Knights, but it is seriously outdated, so in order to make it pack an extra punch in combat I decided to add a couple of Nemesis Dreadknights to it.

 

There’s quite a steep learning curve when it comes to using an airbrush to produce great results in miniature painting, so I figured the Dreadknights would make the ideal guinea pigs for the new tool, and surprisingly, painting them using the airbrush was pretty straightforward.

 

The sword armed Nemesis Dreadknight.

 

Another shot of it.

 

Seen from the back.

 

Final shot of the sword armed Dreadknight. I tried to convey some dynamism whith its posing. I wish I could have converted it, but unfortunatelly I lack the skills for that,

 

I began by airbrushing the entire model with GW’s “Boltgun Metal” paint, followed by highlights on the armor plates using a mix of “Bolgun Metal” and “Chainmail” and a second highlight using “Chainmail” on its own. That was followed by a “Nuln Oil” wash applied only to the mechanical bits of the Dreadknight exoskeleton which was enough to create a difference in tone from what were the mechanical “innards” of it and the shinier armor plates.

 

After that I used the airbrush once more to apply some color to selected panels of armor, using masking tape and a sheet of white paper to shield the parts which were already painted. All the other details were added with the help of a regular brush.

 

The second Nemesis Dreadknight armed with a Daemonhammer.

 

Seen from the back. He was positioned a lot more centrally on the base.

 

A side view from the second Dreadknight. Must resist doing the “HAMMER TIME” joke.

 

In the end I had a great time painting these models, and have learnt a lot from them. One thing that drove me nuts though was the difficulty to try to achieve the same tone I got from a paint using the airbrush, while trying to apply the same color with the paintbrush to cover small mistakes done later when adding the details. That’s something I’ll have to work on, or be tidier when adding details with a brush.

 

And I guess that’s it from me today. Don’t be shy and leave me a comment letting me know what you think of the Dreadknights, and if you haven’t done so yet, please “like” us on Facebook and subscribe to our Youtube channel. I thank you in advance.

 

I also came up with a quick video showcasing the models. I apologize in advance for the way footage is presented, but I had a hard time shooting the film with mi limited set-up. Let me know how you like it.

 

 

Over and out!

 

+++

 

Salve Leitor!

 

Parece que com a sequência de artigos “Visiting Britain’s Lead Belt” os leitores tem achado que o blog deveria mudar de nome para “The Writing Frog” já que não temos publicado muitos artigos sobre pintura por aqui.

 

Isso não quer dizer que eu não esteja pintando. Na verdade tenho trabalhado em alguns projetos que precisam estar prontos antes que eu possa apresentá-los aqui no blog, então por hora vou contando com a paciência de vocês.

 

Uma das coisas que tenho tentado fazer quando sento para pintar um pouco é experimentar e sair da minha zona de conforto na pintura e uma das coisas que eu estava com muita vontade de voltar a usar era o aerógrafo. Eu tenho um já faz um bom tempo e o havia empregado com algum sucesso na pintura dos meus Ultramarines e na pintura dos primeiros Eldar do meu army Saim-Hann, porém, a despeito do sucesso inicial, comecei a ter problemas com o uso do aerógrafo, principalmente entupimentos, o que fez com que eu o deixasse de lado por um bom tempo.

 

Vendo os recentes trabalhos de pintura de alguns amigos empregando o aerógrafo (como os Tyranids do Vitor apresentados aqui mesmo no blog na série “A Tale of X Gamers”) fiquei convencido que o resultado final obtido com o emprego dessa ferramenta é excepcional, além dela agilizar muito todo o processo de pintura, acabei me empolgando para experimentar com o aerógrafo novamente, e depois de algumas dicas do Marcos (do blog “Chumbo, Plástico, Tinta & Pincel”) e do Vitor (do blog “Vamos ver no Pano Verde”) sobre a manutenção e limpeza do aerógrafo durante a aplicação da tinta e após o final da sessão, e a ajuda do Vitor que me enviou umas escovinhas para limpeza do aerógrafo, eu estava pronto para tentar novamente.

 

Tendo limpado o aerógrafo com o auxilio das escovinhas do Vitor (e pra minha surpresa saiu tinta azul de lá de dentro) pensei então em quais miniaturas poderia trabalhar para experimentar o aerógrafo, ainda mais levando em conta que no começo o ideal é trabalhar com miniaturas maiores até se pegar o jeito com ele. Se você anda acompanhando as atualizações aqui no blog deve ter lido este battle report onde o Everton “Ton” decide invocar a ajuda de daemonios do Warp para dar uma mãozinha para os Blood Angels dele em combate. HERESIA! E sendo assim nada melhor que empregar a sagrada Inquisição e seus aliados Grey Knights para ouvir algumas explicações dos Blood Angels em nossas próximas batalhas.

 

Eu tenho um army de Grey Knights bastante desatualizado, e pensei em adicionar algumas unidades à ele antes de enfrentar novamente o Ton, sendo assim minha escolha acabou sendo facilitada e resolvi trabalhar nos dois Nemesis Dreadknights que tinha aqui.

 

 

O Nemesis Dreadknight armado com uma Force Sword.

Outra foto dele.

Visto de costas.

Última foto. Tentei dar ao modelo algum dinamismo ao posicioná-lo na base como se ele estivesse prestes a desferir um golpe. Queria ter convertido esses modelos mas não tenho a habilidade necessária para uma conversão tão grande.

 

A pintura com o emprego do aerógrafo foi mesmo muito simples. Comecei aplicando sobre o primer preto uma camada da tinta “Boltgun Metal” da Games Workshop, em seguida usei uma mistura dessa mesma tinta com o “Chainmail” da GW aplicada somente sobre as placas de armadura do exoesqueleto, e arrematei com o “Chainmail” puro também só sobre a armadura.

 

Utilizei o aerógrafo também para aplicar algumas cores sólidas em determinadas placas da armadura para quebrar um pouco a monotonia do metal. Utilizei uma fita máscara da Tamiya e uma folha de papel para ir protegendo as partes já pintadas enquanto aplicava vermelho e branco em alguns lugares.

 

Isso finalizou o uso do aerógrafo, restando tão somente acrescentar os detalhes com o uso de um pincel. O restante do processo de pintura foi bem simples, apliquei um “wash” (aguada) do “Nuln Oil” da GW sobre as partes do exoesqueleto que não são armadura, o que criou uma variação interessante do tom metálico e adicionou profundidade ao modelo, depois foi basicamente pintar os detalhes dourados e trabalhar nas Force Weapons e os modelos estavam prontos.

 

O segundo Nemesis Dreadknight armado com um Daemonhammer.

Visto de costas. O modelo foi posicionado de forma mais central na base.

O segundo Dreadknight visto de lado. Não posso fazer a piadinha do “HAMMER TIME”!

 

No final das contas foi muito legal pintar esses dois modelos com o aerógrafo, e embora a curva de aprendizado da ferramenta seja bastante íngreme, acho que vou me esforçar para usá-la mais no cotidiano. Algo bastante frustrante foi tentar emular o mesmo tom de cor de uma tinta aplicada com o aerógrafo ao empregar o pincel para corrigir pequenos erros. É quase impossível fazer o mesmo tom, ainda que usando a mesma tinta. Preciso descobrir como fazer isso, ou ser bem mais cuidadoso ao passar para o pincel.

 

E acho que é isso por hoje pessoal. Se você ainda não o fez, por favor, curta nossa página no Facebook e assine nosso canal no Youtube! Obrigado desde já.

 

Eu também fiz um vídeo rápido mostrando uma visão 36oº dos modelos. Peço desculpas de antemão pela forma que filmei o vídeo, mas o tamanho desses modelos fez com que ficasse bem dificil enquadrá-los direito com o meu set-up atual. Me digam o que acharam do formato.

 

 

Até logo.

Comments
  1. Vitor says:

    Did the Boltgun metal didnt clogged the Airbrush? The paint is very thick.

    • Gereth says:

      Hi Vitor!

      No, it didn’t. In fact it worked like a charm. I called my buddy Marcos and asked him before I used it on the airbrush, as I was under the same impression, and to my surprise he said he applied metalics using an airbrush, so I gave it a go and, apparently, the airbsush is still working fine.

      Thanks for commenting.

      Cheers.

  2. Marcelo Ferrari says:

    Fodástico! Show! Aerógrafo! Quando será a próxima aula ? =D

    • Gereth says:

      Grande Marcelo!

      Ué! Só marcar… caindo pra esse lado de cá me avisa que agitamos uma aula. O cego ensinando o que não enxerga!😉

      Abraço brother.

  3. Maelthurion says:

    How did you paint the sword on the Nemesis Dreadknight? It is the best one I have ever seen. A very beautiful model!

    • Gereth says:

      Hi Maelthurion!

      Thanks for visiting and for taking the time to comment mate! I painted both the sword and the daemonhammer using the same technique.

      I started by laying a blue basecoat using one of GW’s darker foundation blues called “Necron Abyss”, followed by another coat of GW’s “Enchanted Blue”.

      I then started adding lighter colors applying paint with a piece of sponge from a blister pack, adding a little white for each subsequent application (the idea was to emulate energy specks coursing on the blade).

      When I was happy with the pattern created I applied a very diluted wash (I believe that’s called a glaze) of GW’s “Hawk Turquoise” on top of it to tint the layers and tie it all together. After the model was varnished I applied a couple of coats of gloss varnish with a paintbrush to make the weapon’s surfaces more interesting.

      Hope this helps and thanks for the compliment.

      Cheers.

  4. Cara, os modelos estão lindos. As cores balanceadas, belas poses, e o basing sujando os pés do Dread foram um toque primoroso.

    Agora vamos conversar sobre essa espada ANIMAL. Bicho que belíssima composição de cores. Parabéns!

    • Gereth says:

      Oi Marlon!

      Obrigado cara! Não posso ficar com o crédito pela escolha das cores já que copiei a pintura dos da GW :p.

      Também fiquei bem satisfeito com a espada! De novo muito obrigado pelo comentário!

      Abraço.

  5. greggles says:

    Excellent job! Really great use of the sponge on the sword!

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