Posts Tagged ‘Apocalypse’

 

Hello there Reader.

 

I know it’s been a while since my last update but that doesn’t mean I have been idle. Quite on the contrary, I’ve been producing a lot in the hobby front, and that’s exactly why I have decided to surf the inspiration wave while it lasts to produce as much content as I can.

 

So fret not, new articles, reviews and showcases are coming.

 

For the time being I’d like to share with you something that’s been in the oven for a good while now, but that I found the time to work on while working on another video.

(more…)

 

Hello there.

 

One thing I don’t do very often on the blog is posting WIPs. It’s not that I don’t like doing so, but mainly because whenever I’m working on something I don’t seem to recall getting the camera out and snapping some shots of what I’m working on.

 

Today I got to break that bad habit as I was asked to take some pictures of the stuff I was working on. You see, I haven’t been able to spare cash on models as of late. The infamous GW embargo has made it a lot more difficult for us in Brazil to purchase miniatures and also increased the cost at which we’re able to do so. To add insult to injury I haven’t had much in the way of disposable income so, in order to cover my hobby urges I decided to do some commission work for a friend.

 

I started working on Valter’s Black Templars sometime last year and finished his first commissioned pieces by the end of the same year. I intended to start working on some of my own stuff this year but he approached me again wanting some more done. I really couldn’t turn down the extra cash so I agreed to do more work on his Black Templars.

 

Two of the models he wanted done on this latest batch were a pair of Land Raiders, one of them a Redeemer and the other one a Terminus that was supposed to perform a secondary role as a regular Land Raider.

 

I started working on them earlier this week and did the necessary conversion work on the Terminus as I assembled it. I also assembled the Redeemer and primed them both for painting.

 

One thing I can’t wrap my mind around after assembling the Terminus is how poorly thought out this thing looks. Seriously, this is a tank supposed to take down titans with a single volley, but how is it supposed to so when it’s lascannon sponsons stand in front of each other. This is one terrible STC if you ask me Martian technicians.

 

I also don’t know what happened with Land Raider kits as of late. I must have assemble around 6 or 7 of them since I got into the hobby and never had any issues with them until this all plastic variant came out. On both of them I had trouble with the bit from the top which covers the tracks leaving huge gaps which I had to fill with greenstuff.

They still look alright after being primed and I started painting the Redeemer… I named it “Fiery Rose”.

 

As usual feel free to leave any comments you have about them.

 

See you soon.

 

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Salve Leitor.

 

Uma coisa que não costumo fazer aqui no blog é postar fotos de trabalhos em progresso (WIPs ou Work In Progress). Não porque eu não goste de fazê-lo, mas sim porque frequentemente quando estou pintando fico tão absorto na atividade que acabo me esquecendo de sacar a câmera e tirar algumas fotos pra compartilhar por aqui.

 

Hoje eu estou quebrando a escrita já que me pediram pra colocar fotos aqui dos modelos em que estou trabalhando. Se você acompanha o blog Warhammer Brasil pode já ter visto por lá fotos dos Black Templars que pintei para o Valter ao longo de 2011. Como a grana das miniaturas continua curta acabei aceitando pintar mais algumas miniaturas para o army dele e entre elas estão dois Land Raiders, um deles um Redeemer e o outro um Terminus que deveria ser convertido para que também pudesse ser usado em jogo como um Land Raider comum. Como ele queria ver fotos do trabalho de conversão feito no Land Raider Terminus pensei que seria uma boa oportunidade de compartilhar com vocês fotos do trabalho.

 

Como as fotos ilustram o artigo mostram eu magnetizei o Terminus de sorte que os sponsons frontais possam ser substituídos por portas comuns permitindo assim que o mesmo seja empregado como um Land Raider comum. Uma coisa que me deixou bastante frustrado com o Terminus em particular é o fato de que o tanque em si foi bem mal pensado. Embora seja uma conversão simples que demanda tão somente um kit original do Land Raider e mais dois sprues de outros kits (o sprue de armas laterais do Predator e o sprue da torreta do Razorback) o resultado final não me parece satisfatório já que os sponsons dianteiros acabam ficando na frente, e atrapalhando, dos sponsons com twin linked lascannons que ficam na traseira do tanque.

 

Outra coisa que me deixou meio chateado nesses kits é que a montagem da parte superior do tanque não ficou como de costume. Por algum motivo a parte superior do tanque não encaixou perfeitamente deixando um vão que teve de ser preenchido com greenstuff.

 

No fim das contas acabou dando um pouco mais de trabalho, mas depois do primer os tanques parecem ter ficado legais. Como vocês podem ver comecei a pintura do Redeemer pelo freehand… Batizei o tanque de “Fiery Rose”, Rosa Flamejante em português.

 

Sintam-se a vontade pra comentar e até breve pessoal.

 

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Salve Leitor!

 

Lembra-se quando a um tempo atrás eu contei aqui no blog que o novo Apocalypse Reload traria uma variante do Baneblade que atuaria como transporte de tropas e que estaria armado com um “Vulcan Mega Bolter”?

 

Analisando a lista de conteúdo do livro que mostramos aqui semana passada chegamos por exclusão que essa variante é o Stormlord Super Heavy Tank. Nada de novo certo? Errado já que apareceram na internet imagens que mostram que se a Games-Workshop não vai lançar um kit completamente novo ela possivelmente pode lançar um sprue de conversão.

 

As imagens mostram uma vista aérea do tanque mostrando o compartimento de transporte na traseira e uma frontal da montagem do “Vulcan Mega Bolter”:

 

 

  

 

 

 

Por hoje e só. Até a próxima.

 

Salve Leitor!

 

Tem um tempinho que falamos aqui no “The Painting Frog” sobre o novo livro que irá adicionar conteúdo à expansão APOCALYPSE do Warhammer 40.000 o “APOCALYPSE RELOAD”.

 

Naquela oportunidade detalhamos alguns dos strategic assests que estariam a disposição dos jogadores que tem exércitos da Guarda Imperial (se você perdeu o artigo confira-o aqui).

 

Hoje trazemos mais novidades acerca do livro “APOCALYPSE RELOAD” bem como confirmação de uma noticia que havíamos dado pela primeira vez no Warhammerbrasil.

 

Como já havíamos noticiado o “APOCALYPSE RELOAD” não reprisará nenhum conteúdo do livro original. O único material re-utilizado no livro são algumas datasheets originalmente publicadas online pela Games Workshop porém estas não chegam a totalizar metade das datasheets apresentadas no material, ou seja, tem conteúdo suficiente ali pra garantir a compra mesmo pelo mais reticente dos jogadores (penso que só o pronto acesso ao material originalmente disponibilizado na internet já é motivo suficiente para justificar a aquisição).

 

Para aqueles curiosos aqui está o sumário com todo o conteúdo do livro:

 

 

 

 

Não bastasse termos todas as datasheets que virão no novo livro apresentamos ainda a lista dos novos Strategic Assets específicos de cada exército introduzidos com o livro:

 

  • Universal: Replacements, Hammer Blow, Trophy Kill
  • Imperium: Disengage and Rearm, Holy War, General Staff
  • Imperial Guard: Defence Line, Strongholds, On My Coordinates, Tank Riders
  • Marines: Heroic Stand, Crusade Banner, Legion Relic
  • Orks: Da Big Waaagh, Effigy of Gork (or Mork), Mek Workshop, Rok’em Boyz
  • Tau: Darkstar Warhead, Icefire Warhead, Remote Drone Network
  • Eldar: Waygate, Phantasm, Eldritch Tempest
  • Tyranids: They’re All Around Us!, World Digestion, Spore Chimneys
  • Chaos Daemons: Blood Thirst of Khorne, Plaguestorm, Mirage of Tzeentch, Grand Pavane of Slaanesh, Major Possession
  • Necrons: Subvert Machine, Cannibalise Technology, Reconstruction Scarabs
  • Chaos Marines: Chaos Altar, Corrupt and Despoil, Indiscriminate Bombardment, Daemon Shell
  • Dark Eldar: Lords of Twilight, Strike of the Serpent, Webway Assault.

 

Dizem por ai que o asset “Plaguestorm” dos Chaos Daemons seria uma re-edição da “Virus Grenade” da 2ª. Edição. O strategic asset em questão seria uma espécie de ataque que após matar um inimigo pularia pra uma nova vítima e assim sucessivamente matando todas as miniaturas até que não reste nenhuma em “range” para que o ataque realize um novo “pulo” ou até que uma das vítimas sobreviva ao ataque.

 

Outro strategic asset do qual já se conhecem os efeitos é o Holy War das Sisters of Battle que confere as regras especiais “Rage” e “Relentless” para todas as sisters fora da sua área de inserção (deploy).

 

Alguns dos outros nomes atribuídos aos strategic assets soam conhecidos, mas é arriscado tentar predizer os efeitos práticos de cada um deles. Nos resta aguardar o lançamento do livro ou pelo menos novos rumores para sabermos do que trata cada um deles.

 

Agora o melhor noticia de hoje. Já tem um tempinho eu adiantei no Warhammerbrasil que rumores apontavam que possivelmente teríamos a aparição dos Primarcas nos campos de batalha.

 

Poderosos demais para jogos de Warhammer 40.000 normais eles certamente encontraram um lar em partidas de APOCALYPSE. Muito embora os primarcas dos capítulos leais ao Imperador estejam mortos ou desaparecidos grande parte dos primarcas que sucumbiram às promessas do chaos continuam vivos e a solta pelo universo.

 

Pois bem, o primeiro deles acaba de ser confirmado e fará seu “debut” nas páginas da White Dwarf em uma nova série de artigos intitulada “Liber Apocalyptica” e ele é ninguém menos que Angron dos World Eaters. Ele entrará em jogo acompanhado por um séquito de guarda costas. Seus guarda costas? 2-12 Bloodthirsters (escolhidos de acordo com as especificações do Codex Daemons). Ouch!!!

 

Além de Angron o artigo trará datasheets para um Submersível Ork (Ork Submersible) e para a Blood Angel Thunderhawk Assault Force (3 Thunderhawks, Lord Commander Dante e grande séquito de marines a tiracolo).

 

Angron, Daemon Primarch of the World Eaters:

 

 

 

 

 

É. Exciting times indeed!

 

Até a próxima.

 

*Updated: Atualizado para incluir a imagem completa do Angron (artwork)!

Salve Leitor.

 

Me lembro que à época em que surgiram os primeiros rumores sobre o futuro lançamento do Apocalypse muitos se perguntavam se esse novo formato de jogar o Warhammer 40.000 não substituiria completamente o então “jogo padrão” de 1500-2000 pontos que disputávamos costumeiramente.

 

Bom hoje posso afirmar que a substituição ou não do formato padrão por aquele apresentado no Apocalypse depende tão somente da vontade dos jogadores. “Dá mais trabalho?” Dá. Um jogo de 3000 pontos ou mais necessita de mais organização que uma partida normal, mas depois de duas partidas posso dizer que o Apocalypse é bem mais divertido.

 

Rolou no fim de semana passado mais uma partida de Apocalypse na “arena local” onde eu e o Luis “Malek The Unbound” Carlos nos enfrentamos com cerca de 4700 (quatro mil e setecentos) pontos de cada lado. O que se segue é um relatório daquela batalha escrito meio que a duas mãos (as considerações do Luis Carlos estão em itálico/negrito).

 

Nos reunimos na sexta feira (dia 20 de junho) a noite para começarmos o jogo. Já havíamos combinado que o Malek traria suas forças combinadas de Necrons e Chaos Space Marines para enfrentar meus Space Marines (Ultramarines e Salamanders).

 

Luís “Malek” Carlos: Bom, a primeira coisa que tenho que falar sobre o jogo é “once you go apocalypse you never go back”. O jogo dá outra dimensão para o 40k, a emoção começa desde o deploy, feito por tempo, até os strategic assets que se pode usar. Realmente não tem comparação. E aprendi muita coisa jogando essa partida, pude ver a máxima “nenhuma estratégia resiste ao encontro com o inimigo”, que não se deve subestimar nenhuma peça na mesa e, acho que o mais importante, em uma partida com tantas armas pesadas como é o apocalypse, nunca afunile suas forças para tentar passar em algum lugar (um demolisher praticamente levou o jogo inteiro pro Estevão).

 

Também gostei muito da sinergia entre Chaos Marines e Necrons, apesar de não ter explorado isso direito, já tenho novos planos e estratégias para um próximo jogo.

 

Outra coisa que gostei muito no jogo foi que finalmente pude ver porque terminators são tão temidos. Eles realmente fizeram seu trabalho nesse jogo. Bom, chega de divagar, e vamos ao Battle Report.

 

Seguimos a risca o roteiro trazido pelo livro (já comentado aqui). Começamos com o Malek colocando os cenários na mesa definindo o lay-out do campo de batalha e definindo onde ficava a terra de ninguém (a trena estendida nas fotos marca a terra de ninguém – 6 polegadas de cada lado da trena). Dadas as limitações combinamos disputar um ou dois turnos ainda na sexta-feira e continuarmos no sábado até as 4 da tarde (eu tinha um evento familiar mais tarde o que impossibilitava que o jogo se alongasse além desse horário).

 

  

 

 

O próximo passo era a escolha de strategic assets. Cada um de nós tinha direito a um (o jogador começa com um número de strategic assets igual ao maior número de jogadores em um dos times) mas como o Malek totalizava mais pontos que eu, tive acesso a mais strategic assets para igualar as coisas (o jogador com menos pontos pode escolher um strategic asset adicional para cada 250 pontos a mais do jogador oponente) totalizando 1 (um) strategic asset pro Malek e 3 (três) pra mim. Escolhi “Flank March” (que permitiria que minhas reservas entrassem em jogo por qualquer das bordas da mesa); “Orbital Bombardment” (um bombardeio orbital a ser utilizado em uma de minhas fases de tiro) e por fim a temida e reverenciada “Vortex Grenade” entregue aos cuidados de ninguém menos que o próprio Marneus Calgar. O Luis optou pela “Blind Barrage” que criaria uma cortina de fumaça que bloqueia as linhas de tiro traçadas através dela.

 

Tudo pronto nos restava o deploy. Apostei que faria meu deploy em 5 minutos contra os 7 apostados pelo Luis. Assim eu faria o deploy primeiro mas em compensação teria o primeiro turno. Optei por colocar poucas unidades em jogo logo no começo. Bem próximos a terra de ninguém foram inseridos os Dreadnoughts e o Warhound enquanto ocupando a infestação Tyranid coloquei minhas tropas e dois razorbacks.

 

 

O Luis Carlos conseguiu colocar bastante coisa na mesa o que de cara me deixou bastante preocupado. Duas unidades de Necron Destroyers, uma unidade de Warriors e Scarabs (malditos scarabs!!!) bem próximos a terra de ninguém, dois demon princes, um feiticeiro do chaos, um predator, uma unidade de thousand sons, uma unidade de chaos bikers, um rhino recheado de khorne berzerkers e o lorde de khorne, um land raider com tropas embarcadas e um defiler. Ainda bem que eu teria o primeiro turno.

 

 

 

Como combinado jogamos o primeiro turno ainda na sexta-feira. Antes da minha fase de movimento o Malek fez uso dde sua vantagem estratégica lançando sua “Blind Barrage” em “no mans land”, bloqueando a linha de visão de praticamente todas as minhas tropas (alguns strategic assets podem ser empregados mesmo no turno inimigo). Pra burlar a “Blind Barrage” comecei o jogo avançando com o Warhound que logo avançou 12” em direção ao centro da mesa e com os Dreadnoughts. Na fase de tiro os Dreadnoughts abriram fogo contra a unidade de chaos bikers matando todos na unidade menos um, o warhound por sua vez abriu fogo contra os destroyers, o feiticeiro do chaos e Deamon Prince dedicado a Khorne, dando um wound nesse ultimo, matando o Sorcerer e três dos quatro destoyers com o canhão de plasma. O Vulcan “Mega Bolter” derrubou seis necrons. Por fim a decisão da qual me arrependeria… o Warhound assaltou os scarabs e warriors matando um dos warriors e causando um wound em uma das scarab bases. E esse seria o fim da sua atuação.

 

Foto mostrando a Blind Barrage ( a trena estendida):

 

 

 

Em seu turno a “Liga malvados do Cabuçu” avançou em massa em direção aos inimigos. O rhino recheado de Khornitas sedentos de sangue avançou 12” em direção aos Space Marines assim como o Land Raider. O Dreadnought do Chaos e o Chaos Biker remanescente avançaram contra os Dreadnoughts dos Marines. O Destoyer remanescente do ataque do Warhound continuou fugindo em direção à borda da mesa. A fase de tiro do Luis foi bastante simples já que, com exceção do dreadnought do chaos que abriu fogo contra sua contraparte imperial todo o restante da “Liga dos Malvados” sabugou o Warhound infligindo ao mesmo avarias que o impediriam de atirar no turno seguinte e que diminuíram sua capacidade de movimentação. Atuação importante dos Necron Warriors que, para vingar seus irmãos tombados (somente dois não se reergueram), abriram fogo contra o Titan, destruindo o canhão de plasma. Na fase de assalto o Dreadnought do Chaos assaltou o Dread Salamander enquanto o Chaos Biker assaltou o Dread Ultramarine. O Warhound foi assaltado pelos Scarabs e por um dos demon princes. Nos combates subseqüentes o Dread Ultramarine matou o chaos biker, o Dread Salamander perdeu o Assault Cannon e em contrapartida imobilizou e destruiu o braço de combate corpo a corpo do Dreadnought do Chaos. E para meu desespero, após um dano estrutural causado pelo Deamon Prince, o Warhound foi abatido pelos Scarabs… Sim, você leu certo. Os scarabs mataram o Warhound. Sem comentários.

 

 

 

 

 

Como já estava um pouco tarde decidimos parar por ali e continuar no dia seguinte. Assim o Luis foi pra casa exultante por ter abatido um Warhound Titan com meros scarabs necrons e eu fui resignado enfrentar pesadelos com aranhazinhas metálicas arrasando meu instrumento de destruição em massa.

 

Continua…

 

Salve Leitor.

Talvez você tenha lido a resenha sobre o livro Apocalypse postada aqui no blog a algum tempo atrás. Se você ainda não leu talvez seja uma boa hora para fazê-lo já que hoje falaremos sobre a segunda expansão para jogos em larga escala de Warhammer 40.000: Apocalypse Reload!

Sai em 19 de julho próximo o livro Apocalypse Reload trazendo novas Datasheets para serem usadas em partidas de larga escala do Warhammer 40.000.

Muito pouco se sabia até então sobre o conteúdo do livro levando alguns a especular se esse não seria uma reedição do primeiro Apocalypse com a adição de novas (e poucas) Datasheets.

Os novos rumores têm apaziguado os medos daqueles hobbistas mais temerosos assegurando que nenhum conteúdo do livro original será re-editado. Teriam sido incluídas no livro algumas Datasheets já disponibilizadas online e outras inéditas.

Entre outras estariam no livro:

FORMATION DATASHEETS:

Steel Fury Baneblade Company: Reedição da datasheet já publicada online. Basicamente três Baneblades ou mais em formação (clique o link para conferi-la já).
Baneblade Troop Transport Variant: Aparentemente chamado Banestorm (ou algo do gênero). Este é basicamente um transporte para 40 modelos. Atente para o fato que eu disse modelos e não especificamente alguma unidade da Guarda Imperial. Mantenha isso em mente quando decidir o que quer transportar dentro dele (Ogryns??? Hummmm). Ele é equipado com um Vulcan Megabolter sendo que o desenho no livro o mostra montado na parte frontal do Baneblade juntamente com o Twin Linked Heavy Bolter. As tropas vão na traseira. Se o tanque não se mover ele direciona a energia para as armas permitindo que o Megabolter dispare duas vezes.
Castillans Command Formation: É um personagem especial de Cadia com sua própria escolta de honra. Ele é acompanhado pelo seu próprio alto comando (High Command) com diversos personagens como Psykers, Comissários, Veteranos etc. Além disso você ainda recebe outros 3 esquadrões de comando (Comand Squads) como parte dessa formação recebendo ainda 4 estratagemas com a formação.
IG Shield Infantry Company: Basicamente uma companhia de infantaria da Guarda Imperia formada por um pelotão de comando e pelo menos três pelotões de infantaria. Esta formação dá acesso a diversos estratagemas.
IG Armored Fist Company: Esta é dividida da mesma maneira que as companhias encouraçadas de tanques (armoured tank companies). Você pode usar 3 esquadrões “Armoured Fist” para fazer uma formação de esquadrão “Armoured Fist”. Ou você pode optar por usar 3 desses esquadrões e um esquadrão de comando “Armoured Fist” para formar a companhia.
IG Hellhound Formation: Essa é exatamente a formação que você pode estar imaginando: 3 Hellhounds com um deles atuando como tanque de comando. A formação permite que você combine todos os 3 templates dos tanques em um só alvo… Toasty!
IG Catachan Formation: Para aqueles que querem adicionar ao seu army um toque dos Catachans esta é a sua formação. São 3 esquadrões de Hardened Veterans com pelo menos 2 formações SWSs (Special Weapons Sentinels?). Esta é uma tentativa de trazer os Deathworld Veterans para partidas de Apocalypse. A formação te dá acesso às regras “Ambush” e “Booby Traps” assim como diversas regras especiais para se mover através de cover e dar ao army aquele “gostinho de selva”.

STRATEGIC ASSETS: Neste livro cada uma das raças ganhará seu próprio conjunto de recursos e estratagemas. Existem alguns universais mas o objetivo do livro é dar uma ajuda para exércitos específicos. Até mesmo as Sisters of Battle tem seu próprio estratagema (Holy Crusade, salvo engano, como no jogo DoW Soulstorm). A Guarda Imperial ganha 4 recursos próprios (assets) os quais podem ser empregados por algumas das novas formações. São eles:

Defensive Line: Basicamente um escudo posicionado (jogado) na frente das suas tropas. Se não me falha a memória você recebe um cover save de 3+ ou 4+. O escudo é posicionado de maneira semelhante à “Blind Barrage”.
Fortifications: Este recurso dá ao jogador da Guarda Imperial 3 bunkers de AV 14 (Armour Value – Valor de Armadura) para serem posicionados na sua zona de inserção de tropas (deploy).
Fix on My Coordinates!: Este tem de ser o mais divertido de todos (e eu tenho que concordar com o autor do texto original que traduzo aqui). Basicamente você escolhe qualquer unidade com um “Vox Caster” e faz um teste de liderança. Se bem sucedido um bombardeio orbital (Orbital Bombardment) cairá exatamente em cima do modelo com o “Vox Caster”. Não tenho certeza mas este recurso pode ser empregado a qualquer momento (OUCH!).

Eu mesmo já fiquei com vontade de jogar uma nova partida. Quem sabe no fim de semana.

Até a próxima.

 

Salve Leitor.

 

Alguns amigos tem me perguntado acerca da expansão lançada recentemente pela Games Workshop para jogos em larga escala: Apocalypse.

 

Embora as perguntas sejam as mais diversas possíveis dá pra resumir da seguinte maneira: “Apocalypse é legal?”. Minha respota tem invariavelmente sido: “É claro que sim”.

 

Como tenho dito o livro Apocalypse nada mais é que uma grande missão. “Mas um livro inteiro só pra descrever uma missão?” você pode estar se perguntando. Sim tinha que ser um livro inteiro porque o conteúdo introduzido com essa missão é absurdo.

 

A missão introduzida pelo livro é chamada, com propriedade, “Apocalypse Mission”, e ocupa meras 8 páginas do livro onde são detalhadas todas as etapas necessárias para jogar uma partida, mas falaremos mais disso em breve.

 

O grande atrativo de uma partida de Apocalypse é dar ao jogador a oportunidade de, sem estar amarrado pelo “Force Organization Chart” das missões normais, poder utilizar grande parte, ou mesmo toda, de sua coleção de miniaturas em uma partida pagando tão somente o custo em pontos das mesmas para incluí-las em um army. Isso significa que você poderia, se quisesse e tivesse os modelos para isso, disputar uma partida de Apocalypse usando tão somente HQs (imagine 20, 30 comandantes marines, chaplains e librarians enfrentando uma horda de inimigos), Heavy Supports (uma companhia de tanques sem infantaria) ou o que quer que dê na telha. As possibilidades são ilimitadas.

 

Justamente para permitir que se incluam o maior número de miniaturas possível é que se ampliou, ou melhor, limitou o número de pontos para partidas de Apocalypse. O MINIMO para uma partida de Apocalypse seriam 3000 (três mil pontos) pra cada lado/jogador. Consigo ouvir alguém gritando: “Mas eu não tenho tudo isso de pontos em miniaturas!!”. Simples já que você pode usar miniaturas de diversos codexes/raças combinadas em um só army nessas partidas, desde que exista uma razão plausível para essas forças estarem aliadas. “Mas eu só tenho um army!” grita mais alguém. Nesse caso a solução é ainda mais interessante já que você e um amigo podem combinar suas forças para enfrentar outro oponente (ou mais de um se ele também não tiver miniaturas suficientes).

 

Entendendo essas duas considerações básicas a respeito da seleção de forças para uma partida de Apocalypse você já está pronto para experimentar uma partida. Como disse antes o livro devota 8 páginas para a “Apocalypse Mission” detalhando os passos a serem seguidos na preparação da batalha. Eles são 9 :

 

1 – Escolha seu exército: Aplica-se aqui tudo que já mencionei anteriormente acerca da não aplicação do “Force Organization Chart”, do número mínimo de pontos e de como selecionar as forças para compor o army.

 

2 – Escolha os times: Se o jogo tiver mais de dois jogadores eles devem ser divididos em dois times de sorte que ambos os lados contem com, mais ou menos, o mesmo número de pontos.

 

3 – Prepare o campo de batalha: Basicamente colocar terreno como se faz normalmente. Depois decida onde fica a “Terra de Ninguém” (No-man’s land) e escolha os lados para o deploy.

 

4 – Decida pelo limite de tempo: Escolhe-se então a duração do jogo em número de horas.

 

5 – Escolha os Strategic Assets (Vantagens estratégicas): Aqui está outra coisa legal introduzida com o livro. Por agora basta saber que cada lado recebe um número de vantagens estratégicas igual ao maior número de jogadores de um dos lados (por exemplo se 2 jogadores enfrentarão 3 oponentes cada lado ganhará 3 vantagens estratégicas). Além disso o lado com menos pontos recebe uma vantagem estratégica extra para cada 250 pontos de diferença em relação ao lado com mais pontos. Não é permitido que se escolha uma vantagem estratégica mais que uma vez.

 

6 – Deploy – Cada lado tem um tempo fixo para fazer o deploy (escolhido pelos jogadores). Quem escolher o menor tempo começará o jogo e fará o deploy primeiro. Unidades não colocadas na mesa no tempo apontado ficam automaticamente em reserva.

 

7 – Coloque os objetivos na mesa: Diferente de batalhas onde se determina o lado vitorioso com “victory points” (pontos de vitória) na partida de Apocalypse o vencedor é determinado pelo controle dos objetivos. São colocados na mesa 3 objetivos por cada lado, um na sua própria área de deploy, uma na terra de ninguém e outro na área de deploy do inimigo.

 

8 – FIGHT: Auto explicativo não?

 

9 – Determine o lado vitorioso: Ao fim do tempo alocado para a partida o lado que conquistou mais objetivos vence.

 

Simples não? “E o resto do livro?” você pode me perguntar. O restante do livro é devotado a trazer “datasheets” detalhando formações especiais de cada uma das raças do 40K (formações são unidades especiais formadas pelo conjunto de outras unidades da raça) bem como unidades legendárias (legendary unis) de cada uma das raças. “O que são unidades legendárias?” alguém pergunta. Bem unidades legendárias são outro grande atrativo das partidas de apocalypse. Warhounds, Revenants, Tyranid Bio-Titans, Baneblades, Thunderhawks… todas as unidades extremamente poderosas que antes só eram utilizadas em jogos de Epic justamente porque poderiam desbalancear uma partida “normal” de warhammer 40.000 encontraram um lar com o Apocalypse e podem agora ser utilizadas nessas partidas já que pontos não são um problema aqui. “Quão poderosas são essas unidades?” Basta dizer que cada uma dessas unidades tem poder de fogo suficiente pra abater um army “normal” de 40K praticamente sozinho. Mais datasheets com formações e unidades legendárias podem ser encontradas online aqui.

 

Além das datasheets o livro detalha ainda em 4 páginas as vantagens estratégicas (Strategic Assets) que podem ser escolhidos por cada lado. Essas vantagens estratégicas variam entre vantagens altamente ofensivas, como bombardeios orbitais e “preliminary barrages”, e vantagens de alto valor estratégico como “JAMMERS” que impedem que o inimigo se comunique enquanto faz o deploy e “BUNKERS” para esconder suas tropas.

 

Retornando a pergunta inicial só posso adicionar que uma partida de Apocalypse é extremamente divertida, porém igualmente trabalhosa já que o número de tropas e jogadores envolvidos é bem maior que o habitual. Além disso existem as questões logísticas pertinentes ao jogo como onde jogar, tamanho da mesa, tempo de duração, comes e bebes.

 

Tendo dito isso não é impossível organizar um evento desse uma vez ao mês ou a cada dois meses desde que os envolvidos se dediquem a fazer o jogo dar certo.

 

E já que estamos falando de Apocalypse é hora de revelar um segredo. Já rolou a primeira partida de Apocalypse no Brasil (pelo menos de que eu tenho noticia) mas até hoje não rolou um “Battle Report” decente porque os envolvidos no jogo são mega enrolados. Assim deixo um teaser do que rolou na partida cheia de bizarrices e reviravoltas (Flyers may never assault nor be assaulted- p. 94 Tocha!).

 

“Orbital Bombardment” em curso:

 

   

 Deploy:

 

 

 Assalto Ork:

 

 

 Geral da mesa ao fim do jogo:

 

 

 Até a próxima.