Posts Tagged ‘Ariadna’

 

Hello there.

 

This is the Portuguese version of the article published in English here where we talk about our Infinity unboxing video. Do check it out if you missed it.

 

Over and out.

 

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Salve Leitor.

 

Puxa, parece que faz um século que tento publicar esse post aqui no blog. Eu já havia postado alguns artigos por aqui com vídeos, mas me ative a republicar conteúdo de terceiros que entendi serem pertinentes ao tema do blog (como no caso dos episódios do Vlog ReLOAD) ou no máximo fiz pequenas edições e adicionei legendas em alguns vídeos para aumentar a exposição dos mesmos adequando-os à audiência aqui do blog (caso dos demais vídeos disponíveis em nosso canal).

 

Fato é que eu vinha pensando em uma maneira de criar conteúdo inédito para o blog usando essa “nova” ferramenta que é o vídeo e fico muito feliz em publicar hoje o primeiro vídeo com conteúdo original do blog “The Painting Frog”.

 

Como parte da experiência de explorar um novo sistema de wargame e registrar todo o processo aqui no blog, eu decidi gravar um vídeo compartilhando com vocês a experiência de abrir minhas primeiras caixas com miniaturas para o Infinity,um “unboxing”, bastante comum hoje em dia, mas acredito que o primeiro em português (uma caixa de inicio de Yu Jing e outra de Ordens Militares para PanOceania).

 

O vídeo foi gravado em português, mas conta com legendas em inglês de forma a torná-lo acessível para uma parcela significativa de visitantes aqui do blog. Acho importante frisar que não sou um profissional no universo das miniaturas, e com isso quero dizer que não tenho uma empresa que lide com isso e que não ganho um único centavo com esse hobby. Sou um hobbyista mediano como você e outros tantos frequentadores deste blog compartilhando com você Leitor minhas ideias e impressões (que são tão somente isso, minhas ideias e impressões e de maneira nenhuma são imutáveis ou corretas… sou bem propenso a mudar de ideia. Uma metamorfose ambulante).

 

Sem mais blá,blá,blá o vídeo:

 

 

E aqui estão as fotos com as figuras já devidamente montadas (as fotos são clicáveis para visualizar versões maiores):

 

Botão “on/off” do Cutter (Não esqueça de pressionar “on” senão ele não funciona direito).

 

Conteúdo da caixa de Yu Jing montado.

 

Conteúdo da caixa de Ordens Militares de PanOceania montado.

 

Cutter, TAG de PanOceania, montado.

 

Foto comparativa de tamanho – 01.

 

Foto comparativa de tamanho – 02.

 

Foto comparativa de tamanho – 03.

 

Acho que por hoje é isso. Não hesite em comentar aqui no blog deixando suas impressões sobre as miniaturas e sobre essa nova forma de apresentar conteúdo aqui no blog. Na verdade gostaria muito de ouvir as opiniões de vocês leitores sobre a apresentação de conteúdo nesse novo formato. Criticas e sugestões são mais que bem vindas e, se você gostou do vídeo, não deixe de dar um “Like” no Youtube e assinar nosso canal.

 

Abraço e até a próxima.

 

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Hello Reader.

 

Well, I’ve been meaning to publish this post for a while now but using video as a new media is something new to me and working out the kinks until I was satisfied with the final product did take me a while. Having a computer crash in the meantime didn’t help a bit as well.

 

But all that is now in the past and I’m extremely happy to publish today “The Painting Frog” blog’s first original content video. As a part of the ongoing experience of learning a new gaming system and chronicling my steps along the way I decided to record a video sharing the experience of opening my first Infinity miniature boxes (a Yu Jing starter box and a PanOceania Military Order starter box).

 

The video has been recorded in Portuguese but English subtitles are provided for your convenience. Bear in mind I’m no pro when it comes to the miniature wargaming world and by that I mean I have no miniature related company, and make no money out of this hobby. I’m and average hobbyist pretty much like you or the guy from you FLGS simply sharing my thoughts with you Reader and that’s just what they are, my thoughts and ideas (and they’re in no way final or set in stone… I’m prone to changes I guess).

 

So here’s the video:

 

 

And here are the pictures of the assembled models (you can click the pictures for larger views):

 

Cutter “on/off” button (don’t forget to turn yours to “on” or it won’t work).

Assembled Yu Jing.

 

Assembled PanOceania Military Order.

 

Assembled Cutter.

 

Comparison shot 01.

 

Comparison shot 02.

 

Comparison shot 03.

 

And I guess that’s it for today. Don’t hesitate dropping me a line and letting me know what you think about them Infinity miniatures, or the video itself (and if you’d like to see more video content around here), and if you like it enough don’t forget to like the video on Youtube and subscribe to our channel.

 

Over and out.

 

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Hello Reader.

 

Today we’re back to the Infinity subject. You can probably tell  I’m rather enraptured by this game as of late and, as I believe my efforts show, have been giving it a lot of attention.

 

I’m still working on adding subtitles to the videos originally published in English by Corvus Belli as I think that’s bound to generate even more interest on this game here if people understand what the videos are about as, unfortunately, not everyone speaks English in Brazil.

 

This time I worked on the background videos which were originally published in several small chapters, however I’m working with a single video which features the background of all available factions in this game.

 

As I have already mentioned on my article featuring my initial impressions about the game, what’s really nice about the game’s background is that it portrays a future we can all relate to as it is essentially our own world’s a hundred and seventy five years from now, making the game’s story more palpable so to speak.

 

So if you missed them the first time they were published and would like to watch them without Portuguese subtitles I strongly recommend you check Corvus Belli’s channel on Youtube (there’s nine background videos in there thus far). If you don’t mind the subtitles scroll down a bit for the video.

 

Hope to see you around soon.

 

Over and out.

 

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Salve Leitor.

 

De volta ao Infinity, temos hoje, devidamente legendado para o português, o vídeo que aborda o background do jogo.

 

Como eu já havia mencionado em meu primeiro artigo sobre o jogo acredito que o background do mesmo tenha como grande atrativo o fato de ser bastante próximo de nós posto que trata-se do nosso mundo daqui a algumas centenas de anos permitindo assim um interessante vislumbre de como estarão o planeta terra e suas nações quando finamente alcançarmos as estrelas e estivermos ameaçados por uma terrível ameaça alienígena.

 

Não é difícil assim para um jogador brasileiro tentar colecionar um exército que represente as forças de seu país nesse futuro (que estão integradas e a serviço de PanOceania) ou para um jogador francês representar seus compatriotas futurísticos com miniaturas merovíngias de Ariadna.

 

O vídeo em si é bastante sucinto e dá uma boa idéia para os interessados no jogo acerca da história e motivações de cada uma das facções do jogo. Embora mais longo do que na forma como foi originalmente publicado (dividido em nove capítulos no canal do Youtube da Corvus Belli) entendi ser melhor manter o vídeo intacto não só de forma a respeitar o formato em que recebi o material para ser traduzido, mas também para apresentar de uma única vez o rico background do jogo.

 

Sem mais enrolação o vídeo:

 

 

Até breve.

 

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Hello Reader.

 

Been a while right? Well it seems everything has been conspiring against me when it comes to updating the blog and sharing stuff with you. I’m still on a strong Infinity vibe here as I continue to work on adding subtitles to the videos I have received and I am still working on a first batch of Infinity models with which I intend to start showcasing the game here and continue sharing my impressions about it with you.

 

“So why haven’t we heard from you in a while?” you might ask, well at first Youtube was giving me a very hard time to upload the videos I had already done to it, but now, to add insult to injury my PC has decided 4 years was a pretty long time of service and crashed on me. As I live on a pretty remote area I don’t feel confident taking the computer to local technicians as I’m really dreading losing all the files I have stored in it, so I’ll probably get it fixed sometime next week (and perhaps I’ll look into purchasing another more recent and up to date computer system. We’ll see).

 

Not wanting to slack too much here on “The Painting Frog” I’ve scavenged a usable notebook which should suffice for my internet needs until next week. Again, we’ll see.

 

So, after this preamble I should get to today’s post, which is another Infinity video I have added Portuguese subtitles to. This time the video offers us an explanation of how modifiers influence the Infinity game, and how tactically important they are in it.

 

As with the other videos I have been publishing here recently, this video was originally published on Youtube by Corvus Belli and you can check it here (and if you missed them as well here are the links to the first and second parts of the sequence which explains the basic rules of the Infinity game).

 

Over and out.

 

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Salve Leitor.

 

Poxa demorou, mas finalmente consegui sentar-me para atualizar o blog. Não tava com preguiça, nem passando por uma crise de inspiração. Longe disso.

 

Posso dizer que faz muito tempo que não tenho tanto gás em relação ao hobby e para escrever sobre ele aqui no blog. Dessa vez o universo, mais especificamente a internet, andou conspirando para que eu não conseguisse atualizar o “The painting Frog”.

 

Primeiro foi a tremenda dor de cabeça que andei tendo para subir os vídeos para o Youtube, e quando finalmente consegui subir os vídeos o meu PC, após 4 anos de serviços prestados, resolveu que tinha trabalhado demais e me abandonou.

 

Como alguns leitores devem saber eu não moro, me escondo, e sendo assim estou meio receoso de levar o computador pros “técnicos de informática” locais com medo de perder todos os meus dados, por isso devo arrumar o computador (ou quiçá comprar um novo) somente na semana que vem, mas para não deixar o blog às moscas até lá acabei colocando em serviço um note quebra galho.

 

Bom, o vídeo de hoje está pronto já tem uns dias e, como nos vídeos anteriormente publicados sobre o jogo Infinity (se você os perdeu pode conferir o primeiro deles, sobre Ordens, aqui e o segundo, sobre as rolagens de dado no jogo, aqui) , ele detalha uma vez mais um aspecto das regras básicas do jogo: Modificadores.

 

Pra quem joga RPG ou alguns outros wargames o conceito de modificadores não é nenhuma novidade. Basicamente o uso dos modificadores implica em algumas ações no jogo sendo facilitadas ou dificultada dependendo das circunstâncias na mesa de jogo.

 

No Infinity o uso dos modificadores é bastante elegante, e simples, e acaba criando um jogo extremamente tático à medida que os jogadores buscam alcançar as posições mais vantajosas no campo de batalha para não só facilitar as ações que querem executar mas também dificultar as respostas do inimigo.

 

Segue o vídeo:

 

 

Até a próxima pessoal.

Hello there.

 

Today I’m sharing with the readers here on the blog the second Infinity video I’ve subtitled in Portuguese. This video deals with the mechanics of the rolls in this game, specially the so called “face to face” rolls which happen quite often in the game as a result of the innovative ARO mechanic. Both of these are in grand part responsible for the “It’s always your turn” slogan with which the game is marketed as they’re the ones responsible for making you focus on the game for its entire length.

 

So if you’ve missed this video the first time it was published by Corvus Belli you can check it here (and in case you missed the first installment in this series of videos showcasing the Intinity rules here’s the first episode).

 

Over and out.

 

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Salve Leitor!

 

Eu trago hoje o segundo episódio da sequência de vídeos de Infinity que explica as regras e mecânicas peculiares desse jogo (se você perdeu o primeiro vídeo pode encontrá-lo aqui).

 

Este vídeo detalha o modo como são resolvidas as rolagens de dado no jogo, em especial as rolagens “face to face” (ou cara a cara, em nossa tradução livre) onde as rolagens de dado dos jogadores são confrontadas para decidir o desenrolar de uma ação. Esse mecânica juntamente com a inovadora mecânica do ARO (Automatic Reaction Order – Ordem de Reação Automática) é em grande parte responsável pelo slogan “It’s always your turn!” (É sempre o seu turno) empregado na divulgação do jogo já que ela faz com que o interesse dos jogadores esteja focado todo o tempo na partida.

 

Uma vez mais o vídeo foi livremente legendado em português com a devida autorização da Corvus Belli. Sem mais delongas o vídeo:

 

 

Até a próxima e não deixe de registrar seus comentários sobre o jogo, as regras explicadas e suas criticas e sugestões sobre as legendas.

 

Um abraço.

 

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Hello Reader!

 

As I have already mentioned here the Embargo put in place by GW did have the beneficial effect of opening my eyes to the wider universe or wargaming and from the very beginning the Infinity game has been in my sights.

 

I have already shared my initial impressions about the game here and haven’t stopped exploring it since. Thus far I’ve been doing a lot of reading as well as some preparation work on a few models (more on that soon, I hope) and one thing I’ve been working on is translating the Infinity videos made by Corvus Belli into Portuguese (with due permission by the aforementioned company).

 

You see, there’s a wealth of information about wargaming in English out there on the internet but very little content in Portuguese, specially about Infinity, and one of my objectives here at the “The Painting Frog” blog is bridging the information gaps and making content available to the local Brazilian community as well as to any Portuguese speaking wargamers out there in the wide world.

 

In case you have missed this video when it was originally published by Corvus Belli on Youtube here’s a link to it. Do check it out as it’s a very useful tool to understanding some of the basic mechanics of the game.

 

Over and out.

 

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Salve Leitor.

 

Se você acompanha o blog deve saber que uma das minhas metas para este ano é explorar novas opções de jogos de estratégia militar (Wargames de repente ficou bem mais simples). A idéia é diversificar as opções e explorar toda a diversidade existente no mercado sem ficar eternamente atrelado aos jogos mais populares (leia-se jogos da GW).

 

Desde o inicio um jogo despontou na dianteira na disputa pela minha preferência, o Infinity, produzido pela Corvus Belli e com uma fantástica ambientação futurista. Eu já compartilhei por aqui minhas primeiras impressões sobre o jogo e desde então tenho explorado as possibilidades desse novo wargame, dando uma lida nas regras e começando os preparativos para trabalhar nas primeiras miniaturas.

 

Desde o inicio do blog um de meus objetivos tem sido trazer para a comunidade brasileira conteúdo do hobby em nossa língua nativa e com esse intuito entrei em contato com a Corvus Belli e obtive a permissão deles para fazer a legendagem em português dos vídeo-tutoriais sobre as regras do Infinity originalmente publicados no Youtube. Embora esses vídeos tivessem sido publicados em inglês e espanhol acredito que as legendas em português serão úteis em apresentar esse jogo para uma parcela da comunidade que não domina esses idiomas.

 

Assim, trago hoje o primeiro deles que detalha algumas mecânicas básicas do jogo, e em especial o sistema de “Ordens”, fundamental para o desenvolvimento das partidas de Infinity.

 

 

Espero que o vídeo legendado tenha contribuído para uma melhor compreensão do jogo. Em breve teremos aqui os demais vídeos sobre as regras do jogo devidamente legendados em português.

 

Um abraço e até logo.

 

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Salve leitor.

 

Como andei comentando aqui no blog a dificuldade em adquirir novas miniaturas para os jogos GW está forçando muita gente no Brasil a procurar alternativas. Não por acaso pululam no Warhammer Brasil relatórios de batalha de diversos outros sistemas. Parece que todo mundo anda experimentando algum jogo novo e compartilhando suas experiências com os colegas de hobby.

 

Eu mesmo já acalentava há algum tempo a vontade de experimentar novos jogos de estratégia, mas sempre esbarrava na dificuldade em encontrar oponentes onde moro contudo,  com o advento do Embargo posto em prática pela GW percebi que era chegada a hora de procurar um novo Wargame.

 

Basta uma pesquisa rápida na internet pra ver que existem várias empresas colocando no mercado os mais variados jogos de estratégia com as mais diversas ambientações. Existem hoje jogos de guerra para todos os gostos: Históricos (focando em diversos períodos); Medievais; Medievais Fantásticos; Pulp; Modernos e de Ficção Cientifica. Embora goste muito de ambientações de fantasia medieval, e consuma muito material nessa ambientação em diversas mídias, quando o assunto são os wargames acabo optando pelos de ficção cientifica. Não tenho uma razão pra essa preferência, até mesmo porque como acabo de dizer compro muitas miniaturas de fantasia, mas, uma vez mais um jogo de ambientação Sci-Fi chamou minha atenção: Infinity.

 

 

O Infinity é produzido por uma companhia espanhola chamada “Corvus Belli”, empresa que eu já conhecia a algum tempo por causa de uma linha de miniaturas destinadas aos jogos de RPG chamada “WarCrow”. Na época considerei adquirir algumas miniaturas de temática japonesa dessa linha, mas, como acabei deixando de jogar RPG desisti da aquisição e acabei me esquecendo da companhia.

 

Há cerca de um ano ou dois, dois amigos do Rio de Janeiro começaram a comentar bastante, e com muito entusiasmo, sobre um novo jogo que eles haviam começado a experimentar. Os dois elogiavam não só o jogo em si, descrito como um jogo muito mais taticamente acurado que os demais, como também a linha de miniaturas produzida especificamente para ele.

 

Comecei a procurar mais sobre o jogo na internet e a beleza das miniaturas me encantou logo de cara. Não sei precisar exatamente o que, mas as miniaturas de Infinity possuem um diferencial em relação a outras no mercado. Sendo assim, empolgado com as miniaturas e as descrições sobre o jogo empatei algum dinheiro na aquisição de um livro de regras do jogo. As regras estão disponíveis gratuitamente para download no site do jogo, mas eu costumo ser meio chato quando começo um novo jogo e tento adquirir sempre as regras antes de qualquer outra coisa, até mesmo pra determinar se vale o investimento. Além disso, o background de um jogo sempre é um fator muito importante pra mim, senão determinante, no que diz respeito à aquisição de novos jogos e a versão disponível para download não inclui nada sobre a ambientação do Infinity.

 

Bom, posso dizer desde já que não me arrependo por um segundo da compra e, sendo honesto, me surpreendi com a qualidade do background e do jogo em si, no entanto não coloquemos o carro na frente dos bois. Onde eu estava mesmo? Ah! O livro de regras.

Produzido em capa dura o livro que comprei trás a segunda edição revisada do jogo e é, na falta de melhor descrição, um espetáculo para os olhos. Ele trás mais de 200 páginas completamente coloridas e ricamente ilustradas com desenhos, diagramas explicativos e fotos das miniaturas em cenários incríveis (como as que ilustram este artigo). Algo digno de nota e que alguns colegas comentaram e eu não havia percebido até ter o livro em mãos é a forte influência dos mangás no conceito visual do jogo uma vez que as ilustrações, e em menor grau as miniaturas, remetem bastante ao estilo consagrado dos quadrinhos japoneses.

 

Devo admitir que não gosto muito de mangás (li muito pouca coisa) ou mesmo do estilo “manganesco” de desenhar quadrinhos e fazer animações (só gosto mesmo de Akira e nunca curti “Cavaleiros do Zodiaco” ou “Dragon Ball”), porém, nesse jogo achei que a coisa toda funcionou de modo legal e o estilo acabou servindo como uma luva. Citando o bom, e sucinto, amigo Marcos: “Ornou”!

 

Como eu já disse o background do Infinity foi uma grata surpresa, justamente por contrastar tanto com a ambientação do jogo sci-fi da GW à que me dedico a tanto tempo. Ambientado 175 anos no futuro da nossa terra o universo do Infinity nos é ainda muito familiar, mas, ao contrário do sombrio futuro distante onde só existe guerra, o futuro aqui é brilhante. A humanidade finalmente conseguiu se desvencilhar de suas amarras terrestres e lançou-se às estrelas colonizando novos mundos. Criamos ainda a Inteligência Artificial e conquistamos grandes avanços tecnológicos. Nesse futuro é finalmente possível viver livre de doenças e potencialmente para sempre (ao menos para alguns poucos) já que a imortalidade é alcançável e a ressurreição uma possibilidade. Para o ser humano médio a civilização vive seu apogeu.

 

É claro que nem tudo são flores senão esse não seria um Wargame certo? Longe dos olhos do público em geral os poderes que dominam os mundos da humanidade travam entre si uma guerra secreta buscando a primazia sobre os demais. Além disso, uma força alienígena combinada, sob o jugo de uma poderosa entidade conhecida como EI (Evolved Intelligence ou Inteligência Evoluída em português) se aproxima dos domínios da humanidade e eles não vêm como amigos de nossa raça.

 

 

Eu mencionei ainda há pouco que existe uma familiaridade com a ambientação e isso se dá por que o nosso mundo atual lança reflexos no futuro apresentado no jogo. Nesse futuro as nações como conhecemos hoje deixaram de existir e a humanidade se fragmentou em diferentes facções. Em nosso planeta, a Terra, os países de hoje em dia deixaram de existir e o poder é disputado entre dois grandes blocos, verdadeiras super potências, que amalgamam as antigas nações: PanOceania, que reúne entre outras tantas nações de mentalidade ocidental o Brasil, e Yu Jing que reúne as nações asiáticas sob o controle da antiga China.

 

 

 

Existem ainda três facções humanas fora da terra. A primeira delas é o “Novo Islam”, ou Haqqislam, um novo poder econômico e religioso que surgiu com base num novo entendimento da doutrina muçulmana. Seus lideres, entendendo que a Terra não serviria como lar desse novo recomeço, encontrou na colonização espacial uma saída e financiou a colonização de um novo sistema, Bourak, pra onde migraram grande parte dos adeptos do Novo Islam e onde se tornaram grandes mercadores e referência no campo da medicina.

 

 

A segunda facção é composta por colonos de origem Russa, Francesa, Americana e Escocesa que operaram em conjunto no Projeto “Dawn” (aurora ou amanhecer), uma iniciativa para explorar um buraco de minhoca (Wormhole) através do qual era possível chegar a um novo sistema colonizável. Porém, algo deu errado e os primeiros colonos foram deixados sem suprimentos ou reforços quando o buraco de minhoca entrou em colapso destruindo a segunda nave colonizadora e isolando os colonizadores originais da humanidade. Tempos depois, através de um novo buraco de minhoca, contato foi re-estabelecido com os colonizadores originais, agora uma nação intitulada Ariadna (nome da nave que os transportara até o novo sistema) que se insurge contra os interesses expansionistas de PanOceania e Yu Jing.

 

 

Por fim temos os Nomads (Nômades), humanos que deixaram a sociedade estabelecida na Terra para singrar as estrelas em três enormes espaçonaves ( Tunguska, Bakunin e Corregidor) fazendo os trabalhos que outros não podem ou não querem fazer.

 

 

Tenha em mente que o que ofereço ao meu leitor aqui é um resumo, uma tentativa de condensar 125 páginas de uma ambientação rica e cheia de nuances de modo a apresentar, em linhas gerais, as facções disponíveis para os interessados no jogo. Eu recomendo taxativamente que, havendo interesse, você invista na aquisição do livro de regras. Com certeza você também não irá se arrepender.

 

 

“Mas e o jogo em si? Como são as regras?” Bom, eu ainda não joguei uma partida propriamente dita. Em julho passado, visitando o Clube Gaúcho de Wargames, o amigo Vitor jogou comigo um demo, que me ajudou a compreender melhor as regras, mas que dificilmente conta como um jogo sério, primeiro porque o Vitor ali estava imbuído do espírito de ensinar e segundo porque faltou-me o acúmen tático tão necessário nesse jogo. Ainda assim, julgando com base nessa demonstração, em um jogo que assisti e em minha leitura das regras posso assegurar você que o Infinity é sim um dos jogos mais taticamente acurados que já vi.

Uma das coisas a se ter em mente é que o Infinity é um jogo “Skirmish”, ou seja, um jogo focado em pequenas escaramuças entre um punhado de miniaturas e essa é justamente a intenção de seus desenvolvedores. Como já apontei, na ambientação do jogo, o universo goza de relativa paz e os conflitos entre as facções refletem pequenas operações secretas e conflitos de menor intensidade entre suas forças. Embora esse possa ser um fator de desinteresse para uma parcela de jogadores por aqui eu garanto que tal fato não diminui em nada o brilho do jogo.

 

As partidas de Infinity usam mecânicas consagradas já conhecidas daqueles familiarizados com os wargames como turnos de jogo alternados, rolagem de dados para determinar sucesso de ações, linha de visão entre as miniaturas e a construção de exércitos tendo como base um número de pontos pré-definidos para a partida, mas, o que distingue o Infinity dos outros jogos de estratégia são duas novas mecânicas ( ao menos o são pra mim): as “Orders” (Ordens) e “Automatic Reaction Orders” (ARO – Ordens de Reação Automática – Vou manter os termos em inglês para evitar confusões sobre as regras).

 

Deixem-me explicar rapidamente como cada uma funciona. Durante uma partida os jogadores se alternam em turnos nos quais cada jogador poderá ativar e assim realizar ações, com as miniaturas que compõe seu army gastando para isso suas “Orders”. Cada jogador recebe uma “Order” para utilizar em jogo para cada miniatura que ele tem em seu exército. Assim, se um jogador possui em seu exército 7 (sete) miniaturas ele terá 7 (sete) “Orders” para utilizar em cada turno. Se o outro jogador possuir somente 4 (quatro) miniaturas em seu exército ele terá somente 4 (quatro) “Orders” para gastar em seu turno, potencialmente executando menos ações que seu oponente de exército mais numeroso.

 

O que chamou minha atenção logo de cara nessa mecânica é que o jogador não pode se dar ao luxo de construir o exército investindo os pontos em poucas unidades poderosas porque ao fazê-lo ele não geraria “Orders” suficientes para usar as miniaturas de forma efetiva em batalha. Outro aspecto interessante é que você não está obrigado a ativar todas as miniaturas do seu exército a cada turno. Uma vez que a miniatura integre o army ela adiciona uma “Order” ao conjunto de “Orders” à disposição do jogador que as emprega como bem entender podendo, inclusive, empregar todas as “Orders” que possui para ativar várias vezes uma mesma miniatura durante um único turno. Não, isso não quer dizer que um jogador poderia, potencialmente, empregar todas suas “Orders” e destruir com impunidade o exército inimigo em um único turno.

 

 

Tá lembrado da segunda mecânica do jogo mencionada por mim? É ela a responsável por balancear o jogo tornando-o taticamente instigante assim como é a razão pela qual O Infinity tem sido propagandeado com um slogan a principio estranho para qualquer Wargamer: “É sempre seu turno!”

 

Normalmente você teria que aguardar até que seu oponente completasse o turno dele para poder agir no jogo, mas isso não acontece no Infinity. Nesse jogo, graças a mecânica do ARO, realmente é sempre seu turno. Sempre que o jogador ativo (Active Player – O jogador que está agindo no seu turno) gasta uma “Order” e realiza uma ação com uma de suas miniaturas seu oponente tem a chance de executar uma ação (uma ARO) sem gastar nenhuma “Order” com cada uma de suas miniaturas que possui linha de visão para a miniatura ativada. Essa ação realizada pelo oponente (ARO) acontece ao mesmo tempo que a ação anunciada pelo jogador ativo e não apenas tem o potencial de atrapalhar ou interromper a ação do jogador ativo, mas pode ainda eliminar a miniatura ativa que realiza a ação.

 

Para resolver o impasse criado os dois jogadores terão a chance de rolar um dado e se o jogador reativo (aquele que está empregando a ARO) vence a rolagem de dados ele atrapalha de alguma maneira a ação anunciada pelo jogador ativo levando em consideração a ação anunciada como ARO.

 

 

Soa complicado? Bom eu também não entendi direito como funcionava essa regra na primeira vez que a li, já que ela subverte o status quo dos jogos permitindo que um jogador aja durante o turno de seu oponente. Imagine um Wargame típico, nele, durante o seu turno, é possível correr bem em frente ao exército inimigo com relativa impunidade porque seu oponente só poderá agir quando for o turno dele correto? Isso não acontece no Infinity. Se você opta por correr com uma miniatura passando com ela em frente de um modelo inimigo esse modelo tem uma chance de reagir (usando a ARO) e pode abater seu modelo impedindo-o de completar seu movimento.

 

“Uau!” você pode estar pensando com seus botões. É mesmo surpreendente. Acredito ter soado exatamente dessa maneira quando entendi o funcionamento do ARO da primeira vez. Na verdade é até possível que eu tenha gargalhado sonora e maquiavelicamente já que pela primeira vez um jogo me oferece a possibilidade de reagir às ações do meu oponente em tempo real, tal qual ocorreria em uma situação de combate real.

Vou dar outro exemplo: Imagine que você está disputando uma partida e decide empregar uma de suas miniaturas, um granadeiro, para arremessar uma granada através de uma janela na tentativa de desalojar um inimigo que está escondido (É dá pra fazer isso no Infinity também!). Você anuncia então sua ação como “Levantar-se atrás do muro e arremessar uma granada pela janela”, mas o seu oponente no jogo tem linha de visão para seu granadeiro com um sniper posicionado num prédio ao lado. Assim ele declara a ARO a que ele tem direito como “Vou disparar com meu sniper contra o seu granadeiro”. Agora os dois jogadores vão rolar um dado (o jogo usa dados de vinte lados) e quem vencer essa rolagem (tirando um resultado abaixo do valor de habilidade aplicável, porém mais alto que o valor obtido pelo oponente) consegue dar seguimento à ação anunciada. No nosso exemplo, se o jogador ativo vence a rolagem seu granadeiro se esquiva do tiro e completa a ação arremessando a granada e resolvendo suas conseqüências (BOOOM!) porém, se o jogador reativo vencesse a rolagem de dados o tiro de seu sniper atingiria o granadeiro não só interrompendo a ação mas também possivelmente abatendo-o (já que tiros costumam ser mortais nesse jogo).

 

Parece injusto ter uma de suas miniaturas abatidas pelo inimigo em seu próprio turno? Bom, basta lembrar que você também terá a chance de agir durante o turno de seu oponente. Agora tente imaginar as implicações táticas dessa simples mecânica em um jogo. Para se mover, por exemplo, você terá de lançar mão de subterfúgios para mover-se pela mesa de jogo sem ser alvo dos tiros do inimigo. Soluções como o emprego de camuflagem, andar agachado ou mesmo arrastando-se ou mover-se com a cobertura de uma granada de fumaça parecem soluções táticas possíveis certo? Pois bem, e se eu disser que o Infinity oferece a possibilidade de fazer tudo isso e muito mais?

 

Já tendo sido fisgado pelas miniaturas e pelo background as regras inovadoras do Infinity foram o empurrão derradeiro e não tenho mais qualquer dúvida de que vou mergulhar de cabeça nesse novo universo. Sendo assim gostaria de convidar à você, leitor do “The Painting Frog” a continuar visitando o blog e me acompanhando enquanto exploro as possibilidades apresentadas pelo jogo, suas regras, miniaturas e coleciono e jogo com os novos exércitos. Sinta-se a vontade de retornar sempre que quiser para mais informações sobre esse novo jogo  que aporta agora por aqui.

 

 

Would you like to know more?

Hello there.

I’ve mentioned in a recent post I’d be broadening my horizons by experimenting with other gaming systems out there. There’s one gaming system in particular I’ve been itching to try for a while but hadn’t had the means to properly try so far: Infinity!

Produced by Corvus Belli, a Spanish company which I first noticed years ago when I came across their “WarCrow” line of miniatures for RPGs, the Infinity game has been around for a while but it was only in the last couple of years that it has really gathered my attention. A couple of friends in Rio De Janeiro started talking about this game praising not only the quality of the miniatures designed for it but also how much more tactically accurate Infinity was when compared to other wargames.

They talked so much about it, and their comments had been nothing short of “Awesome!” that I felt compelled to check what all that buzz was about so I forked out some cash and purchased a copy of the game’s rulebook. Mind you the rules are available as a free download from the Infinity website, but as a diehard sci-fi fan and a roleplayer at heart I had to check how good the game’s background was as it is always a huge part of a game for me.

I must admit being surprised by how good the gaming system and the background are. The book in itself is a veritable eye candy, as it sports over 200 colored pages and is lavishly illustrated with artwork and photographs of the game’s models. Some friends I’ve discussed the game with have pointed out that the illustrations, and the miniatures in a smaller degree, have a strong manga influence. I didn’t notice it at first, as I’m not a great manga fan, but the games does have a certain manga feel to it but, it is not that big a deal unless you abhor anything closely resembling Japanese comic books.

Set 175 years into our own future the universe of Infinity is, opposed to the grim darkness of the distant future where there is only war, a bright beacon of hope. Humanity has finally freed itself from earth and has colonized the stars; we’ve given birth to Artificial Intelligence and it’s possible to live forever (at least for a select few). To the average citizen humanity is at the apex of our civilization.

But not all is as it seems. Far from the public’s eye the powers that rule the human worlds wage a secret war for dominance and a combined alien force, led by the EI (short for Evolved Intelligence), encroaches the human domains.

I’m trying my best here to summarize 125 pages of background in an interesting way, but you’ll definitely need a copy of the rulebook if you want to soak in all the nuances of the game’s setting. The background section also offers detailed descriptions of each of the human powers, and how they came to exist, and the Combined Army (the aliens) and their respective fighting forces.

Personally I couldn’t have asked for much more as an interesting background. “But what about the rules?” You may be asking yourself. Well, I haven’t had a proper game yet but judging from what I’ve read thus far the game is indeed one of the most tactical games out there.

The first thing to bear in mind is that Infinity is a skirmish game, so forget huge battalions and units involved in spectacular battles. Each game portrays small engagements, covert operations and low intensity conflicts between a few soldiers. This may be a turndown for some but rest assured it doesn’t diminish the game’s brilliance at all.

The game uses some familiar mechanics for those of us already into wargaming like alternate player turns, and building your army with a number of points to pay for the models you choose for it.

What sets Infinity apart are a couple new and interesting gaming mechanics: Orders and Automatic Reaction Orders (or ARO).

During the game players will alternate taking turns in which they get to activate the miniatures of his army using Orders. Each player gets an Order for which miniature he has in his army, thus if you have seven miniatures in your army you’ll get seven Orders in your “Order Pool” to spend on your turn, If your enemy has only four miniatures he only gets four Orders in his “Order Pool” to spend on his turn.

The first thing that got my attention in that Order system is that because of it you can’t make your army using few expensive units (points wise) because that way you won’t generate enough Orders with which to fight in battle. Another interesting thing is that you’re not obliged to activate every single model in your army in your turn. In fact you can use all the Orders available to you to act various times with a single model, but no, that doesn’t mean you get to shoot your entire enemy’s army into oblivion in a single turn if you get the chance.

Remember the second mechanic I mentioned? That’s the beauty of the game and the reason Infinity is being marketed with a slogan which may seem strange for the average wargamer: “It’s always your turn”.

Normally you’d have to wait for your opponent to complete his turn in order to act on the game but that’s not the case with Infinity. In this game, thanks to the ARO mechanic, it’s indeed always your turn. Whenever the active player  on a turn (the acting player in any given turn)uses an Order to perform an action with one of his miniatures, his opponent, gets to execute an action (An Automatic Reaction Order – ARO) with each of his miniature that have line of sight to the miniature activated. This action happens at the very same time as the action announced by the active player and not only has the potential to disrupt the active player’s action but also to kill his active model.

“Wow!” Yep, it’s “Wow” indeed. I sounded like that as well, in fact I may have giggled a bit. Evilly. Basically both players will get to roll a dice and if the reactive player (The player who’s using an ARO) wins that roll-off he disrupts the attempted action depending on what his ARO action was.

Sounds complicated? Well I couldn’t wrap my mind around the concept the first time I read it as well. Imagine your typical wargame. On your turn you could run in front of your enemy’s models and they wouldn’t do anything ‘cause they’d only get to act on his turn right? That doesn’t happen in Infinity. If you choose to run in front of an enemy model the model gets to react (using an ARO) and could possibly kill your model on your turn preventing you from completing your action.

Let me offer another example: Suppose you will have one of your models throw a grenade through a window to dislodge a hidden enemy (yep, you can do that in this game as well). You announce your action as standing up and throwing a grenade. Your opponent, who has line of sight to your activated model with a sniper declares his ARO will be to shoot your grenadier. Both players will now roll a dice (it’s a 20 sided dice game) and whomever wins (by rolling under the applicable ability value but also higher than the opponent) wins the roll off. If the active player won the sniper shot would miss and he’d complete his action throwing the grenade and then resolving it’s consequences. However, if the sniper had won the roll off, he would not only have interrupted the action, but could possibly kill the active player’s grenadier.

It seems unfair? Well, first remember you’ll also get to act on your enemy’s turn. Now try and picture the tactical implications of that simple mechanic in a game. In order to move for instance, you’ll have to use subterfuge to move around the gaming table without being subject to the enemy’s fire. Solutions like camouflage, crouching while moving, moving on your belly, moving under the cover of smoke grenades all spring to mind right? What if I tell you Infinity offers the opportunity to do all that and much more?

If I was already hooked by the background, the gaming rules were what I needed to take the plunge and I can say that I’m definitely getting into Infinity. I’d like to invite you to keep coming back for more and join me as I explore the possibilities presented by this game, it’s rules, models, and go about collecting and gaming a couple armies of an entirely new gaming system so check back for more on the game soon.

Would you like to know more?

 

*Update: This review has been featured on Tabletop Gaming News where a fellow gamer left a comment mentioning it was odd to review a game without thaving played it. I realized then I had mentioned having a game on the portuguese version of this text but not on this one so I’m trying to remedy that here. I did play a game (and got to watch a second one) but I would be hardly pressed to call that a proper game. Back in july I visited a wargaming club located in another state (Clube Gaúcho de Wargames in Rio Grande do Sul/Brazil) and there I got to play against a friend what I like to call a “Demo” game (to save some face). I played Infinity as if I was playing 40K and had my Combined Army shot to pieces by his well positioned troops. All in all it was a nice game which served its purpose of introducing the game’s rules. The aim here now will be to chronicle my efforts in starting in a new game (and all its associated steps)  and if you feel like sharing the journey do tag along. I believe it’s going to be a great ride!