Posts Tagged ‘Necrons’

 

Olá Leitor.

 

Este artigo é a versão em inglês do nosso relato sobre o 2º Rumble in the Jungle. Você pode conferir a versão em português clicando aqui.

 

+++

 

Hello Reader.

 

The Rumble in the Jungle event was born from an idea that always seemed rather far fetched to me: organizing a wargaming tournament where I lived.

 

Today, after the most recent edition of the “Rumble in the Jungle” the idea might not sound so out of place, but back then when it first occured to me it was difficult to believe that anyone would come to Cuiabá (the capital city  of the State of Mato Grosso, pretty far from the main city centers in Brazil) to play a wargaming event, especially twice. I couldn’t be happier to be proved wrong

 

(more…)

 

 

 

Hello Reader.

 

This  is the Portuguese version of our article about the latest “Rumble in the Jungle” gaming event in Brazil. You can check the English version here.

 

+++

 

Olá Leitor.

 

Toda essa história do Rumble in the Jungle começa com uma idéia que sempre me pareceu maluca: “Um dia vou organizar um torneio lá em casa!”.

 

Hoje, depois da mais recente e bem sucedida edição do evento essa idéia pode nem parecer tão doida assim, mas, lá atrás quando ela me ocorreu pela primeira vez era uma coisa meio difícil acreditar que alguém se interessaria em vir jogar um torneio de wargame em Cuiabá, Mato Grosso, ainda mais duas vezes. Ainda bem que eu estava errado!

(more…)

 

Hello Reader.

 

This is the Portuguese version of a battle report chronicling my latest 40K game (and also 2015’s last game).

 

The English version can be found here. Hope you enjoy it.

 

+++

 

Salve Leitor!

 

Mea Culpa! Mea Culpa!

 

É, eu tendo a me repetir nesse sentido por aqui mas eu garanto a vocês que nunca é intencional quando esses lapsos ocorrem na publicação dos artigos por aqui. A verdade é que por vezes eu acabo ficando sem vontade de produzir conteúdo por diversos motivos, mas sempre sou trazido de volta pelos comentários de você leitores que invariavelmente me motivam a produzir.

(more…)

 

Salve leitor!

 

Faz tempo que não uso o blog pro fim ao qual originalmente se destinava, ou seja, mostrar fotos de miniaturas pintadas por “yours truly”. Sem problema. Remediarei a situação hoje e em dobro.

Sem dúvida nenhuma um dos aspectos mais gratificantes do hobby dos wargames é pintar as miniaturas que compõe o army.

Como digo sempre aos meus interlocutores habituais o apelo de uma miniatura bem pintada é inegável até mesmo para aqueles não iniciados. Quantos de nós já não ouvimos o costumeiro “Que bonitinho!” quando um amigo ou conhecido não familiarizado com o hobby vê pela primeira vez uma de nossas “obras primas”? Freqüentemente um surpreso “Nossa foi você mesmo quem pintou?!” é via de regra a próxima frase, estupefata, à qual podemos responder cheios de orgulho com um sim!

Melhor ainda quando um trabalho seu corresponde as suas expectativas, justamente o caso da atualização de hoje.

Costumo reclamar que estou enferrujado e realmente perdi a prática com os pincéis mas veja bem, a pintura de miniaturas, como qualquer habilidade artística, demanda prática constante para que se obtenha resultados satisfatórios e uma enorme dedicação e estudo maior ainda se almeja-se pintar como os grandes mestres desse seleto metier.

Tendo dito isso é importante frisar que não pinto com freqüência a tempos e por diversos motivos que não valem a pena enumerar aqui. As últimas miniaturas que havia pintado foram aquelas que apresentei no concurso de pintura do EIRPG (e que não sei porquê cargas d’água continuam inéditas por aqui) o que só adicionou à “ferrugem” de minhas habilidades.

Bom foi enferrujado que encarei a pintura de duas minis para o Luis “Malek” Carlos: Um Dreadnought de Khorne e um Necron Lord com Destroyer Body.

O Dreadnought foi pintado de forma a emular uma máquina que esta em batalha a séculos a serviço dos deuses do chaos. Devo frisar que toda a conversão da peça foi feita pelo próprio Luis tendo eu apenas consertado a haste de fixação do símbolo de Khorne (substituindo a original de chumbo flexível por uma haste rígida) e uma das placas colocadas na frente do dread.

A pintura foi feita da seguinte maneira: Primeiramente pintei todo o dread em suas cores metálicas (usando tin bitz, boltgun metal e mithril silver) para logo em seguida aplicar pigmentos no dread emulando ferrugem seguida de um drybrush de boltgun metal.

O segundo passo foi pintar o vermelho característico de Khorne utilizando bastante desgaste já que esses dreadnoughts são empregados basicamente em combate corpo a corpo.

Por fim pintei os símbolos de Khorne usando a coloração característica de bronze.

Seguem as fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A segunda miniatura pintada para o Luis é um dos HQs de seu novo army: Um Necron Lord com corpo de destroyer. Aqui a dificuldade era conseguir um visual interessante para uma miniatura que é basicamente só metal. Tentei conseguir um visual envelhecido usando diversas camadas de tinta metálica intercalada com aguadas (washes) de cores diversas e por fim adicionei marcas de fuligem nos exaustores.

 

 

 

 

 

Por hoje é isso! Até a próxima. 

Salve Leitor.

 

Me lembro que à época em que surgiram os primeiros rumores sobre o futuro lançamento do Apocalypse muitos se perguntavam se esse novo formato de jogar o Warhammer 40.000 não substituiria completamente o então “jogo padrão” de 1500-2000 pontos que disputávamos costumeiramente.

 

Bom hoje posso afirmar que a substituição ou não do formato padrão por aquele apresentado no Apocalypse depende tão somente da vontade dos jogadores. “Dá mais trabalho?” Dá. Um jogo de 3000 pontos ou mais necessita de mais organização que uma partida normal, mas depois de duas partidas posso dizer que o Apocalypse é bem mais divertido.

 

Rolou no fim de semana passado mais uma partida de Apocalypse na “arena local” onde eu e o Luis “Malek The Unbound” Carlos nos enfrentamos com cerca de 4700 (quatro mil e setecentos) pontos de cada lado. O que se segue é um relatório daquela batalha escrito meio que a duas mãos (as considerações do Luis Carlos estão em itálico/negrito).

 

Nos reunimos na sexta feira (dia 20 de junho) a noite para começarmos o jogo. Já havíamos combinado que o Malek traria suas forças combinadas de Necrons e Chaos Space Marines para enfrentar meus Space Marines (Ultramarines e Salamanders).

 

Luís “Malek” Carlos: Bom, a primeira coisa que tenho que falar sobre o jogo é “once you go apocalypse you never go back”. O jogo dá outra dimensão para o 40k, a emoção começa desde o deploy, feito por tempo, até os strategic assets que se pode usar. Realmente não tem comparação. E aprendi muita coisa jogando essa partida, pude ver a máxima “nenhuma estratégia resiste ao encontro com o inimigo”, que não se deve subestimar nenhuma peça na mesa e, acho que o mais importante, em uma partida com tantas armas pesadas como é o apocalypse, nunca afunile suas forças para tentar passar em algum lugar (um demolisher praticamente levou o jogo inteiro pro Estevão).

 

Também gostei muito da sinergia entre Chaos Marines e Necrons, apesar de não ter explorado isso direito, já tenho novos planos e estratégias para um próximo jogo.

 

Outra coisa que gostei muito no jogo foi que finalmente pude ver porque terminators são tão temidos. Eles realmente fizeram seu trabalho nesse jogo. Bom, chega de divagar, e vamos ao Battle Report.

 

Seguimos a risca o roteiro trazido pelo livro (já comentado aqui). Começamos com o Malek colocando os cenários na mesa definindo o lay-out do campo de batalha e definindo onde ficava a terra de ninguém (a trena estendida nas fotos marca a terra de ninguém – 6 polegadas de cada lado da trena). Dadas as limitações combinamos disputar um ou dois turnos ainda na sexta-feira e continuarmos no sábado até as 4 da tarde (eu tinha um evento familiar mais tarde o que impossibilitava que o jogo se alongasse além desse horário).

 

  

 

 

O próximo passo era a escolha de strategic assets. Cada um de nós tinha direito a um (o jogador começa com um número de strategic assets igual ao maior número de jogadores em um dos times) mas como o Malek totalizava mais pontos que eu, tive acesso a mais strategic assets para igualar as coisas (o jogador com menos pontos pode escolher um strategic asset adicional para cada 250 pontos a mais do jogador oponente) totalizando 1 (um) strategic asset pro Malek e 3 (três) pra mim. Escolhi “Flank March” (que permitiria que minhas reservas entrassem em jogo por qualquer das bordas da mesa); “Orbital Bombardment” (um bombardeio orbital a ser utilizado em uma de minhas fases de tiro) e por fim a temida e reverenciada “Vortex Grenade” entregue aos cuidados de ninguém menos que o próprio Marneus Calgar. O Luis optou pela “Blind Barrage” que criaria uma cortina de fumaça que bloqueia as linhas de tiro traçadas através dela.

 

Tudo pronto nos restava o deploy. Apostei que faria meu deploy em 5 minutos contra os 7 apostados pelo Luis. Assim eu faria o deploy primeiro mas em compensação teria o primeiro turno. Optei por colocar poucas unidades em jogo logo no começo. Bem próximos a terra de ninguém foram inseridos os Dreadnoughts e o Warhound enquanto ocupando a infestação Tyranid coloquei minhas tropas e dois razorbacks.

 

 

O Luis Carlos conseguiu colocar bastante coisa na mesa o que de cara me deixou bastante preocupado. Duas unidades de Necron Destroyers, uma unidade de Warriors e Scarabs (malditos scarabs!!!) bem próximos a terra de ninguém, dois demon princes, um feiticeiro do chaos, um predator, uma unidade de thousand sons, uma unidade de chaos bikers, um rhino recheado de khorne berzerkers e o lorde de khorne, um land raider com tropas embarcadas e um defiler. Ainda bem que eu teria o primeiro turno.

 

 

 

Como combinado jogamos o primeiro turno ainda na sexta-feira. Antes da minha fase de movimento o Malek fez uso dde sua vantagem estratégica lançando sua “Blind Barrage” em “no mans land”, bloqueando a linha de visão de praticamente todas as minhas tropas (alguns strategic assets podem ser empregados mesmo no turno inimigo). Pra burlar a “Blind Barrage” comecei o jogo avançando com o Warhound que logo avançou 12” em direção ao centro da mesa e com os Dreadnoughts. Na fase de tiro os Dreadnoughts abriram fogo contra a unidade de chaos bikers matando todos na unidade menos um, o warhound por sua vez abriu fogo contra os destroyers, o feiticeiro do chaos e Deamon Prince dedicado a Khorne, dando um wound nesse ultimo, matando o Sorcerer e três dos quatro destoyers com o canhão de plasma. O Vulcan “Mega Bolter” derrubou seis necrons. Por fim a decisão da qual me arrependeria… o Warhound assaltou os scarabs e warriors matando um dos warriors e causando um wound em uma das scarab bases. E esse seria o fim da sua atuação.

 

Foto mostrando a Blind Barrage ( a trena estendida):

 

 

 

Em seu turno a “Liga malvados do Cabuçu” avançou em massa em direção aos inimigos. O rhino recheado de Khornitas sedentos de sangue avançou 12” em direção aos Space Marines assim como o Land Raider. O Dreadnought do Chaos e o Chaos Biker remanescente avançaram contra os Dreadnoughts dos Marines. O Destoyer remanescente do ataque do Warhound continuou fugindo em direção à borda da mesa. A fase de tiro do Luis foi bastante simples já que, com exceção do dreadnought do chaos que abriu fogo contra sua contraparte imperial todo o restante da “Liga dos Malvados” sabugou o Warhound infligindo ao mesmo avarias que o impediriam de atirar no turno seguinte e que diminuíram sua capacidade de movimentação. Atuação importante dos Necron Warriors que, para vingar seus irmãos tombados (somente dois não se reergueram), abriram fogo contra o Titan, destruindo o canhão de plasma. Na fase de assalto o Dreadnought do Chaos assaltou o Dread Salamander enquanto o Chaos Biker assaltou o Dread Ultramarine. O Warhound foi assaltado pelos Scarabs e por um dos demon princes. Nos combates subseqüentes o Dread Ultramarine matou o chaos biker, o Dread Salamander perdeu o Assault Cannon e em contrapartida imobilizou e destruiu o braço de combate corpo a corpo do Dreadnought do Chaos. E para meu desespero, após um dano estrutural causado pelo Deamon Prince, o Warhound foi abatido pelos Scarabs… Sim, você leu certo. Os scarabs mataram o Warhound. Sem comentários.

 

 

 

 

 

Como já estava um pouco tarde decidimos parar por ali e continuar no dia seguinte. Assim o Luis foi pra casa exultante por ter abatido um Warhound Titan com meros scarabs necrons e eu fui resignado enfrentar pesadelos com aranhazinhas metálicas arrasando meu instrumento de destruição em massa.

 

Continua…