Posts Tagged ‘review’

 

Hello there Reader.

 

One thing I’ve been trying to do a  lot more with the blog lately is reviewing and showcasing different options in the miniature war gaming market to the Brazilian community and the blog’s audience. As you probably know it’s been increasingly difficult to get hold of GW products down here in Brazil (and pretty much everywhere else in the world where GW doesn’t have a presence or retailers carrying their products) and we’ve been purchasing our hobby supplies from other companies in the market.

 

The art of scenery making has taken a few blows since GW and other companies have begun making top quality scenery pieces and lately I’ve been fascinated with laser cut MDF scenery pieces as it seems there are a lot of options out there in the market today.

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Hello there Reader.

 

This is the portuguese version of the “Outpost Kit” review published here. If you missed it do check it out today.

 

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Salve Leitor.

 

Acabei levando bem mais tempo para escrever este artigo do que eu esperava, mas, quero crer que a demora tenha valido a pena.

 

Já tem um tempo que escrevi pela primeira vez acerca de minha vontade de experimentar um novo sistema de jogo e compartilhar toda a experiência com vocês através do blog.Uma de minhas preocupações em relação a essa nova experiência eram os cenários principalmente porque o jogo que escolhi, o Infinity da Corvus Belli, possui uma temática e uma escala bastante diferentes dos demais jogos que eu já colecionava e assim o meu acervo de cenários não seria tão útil para o novo jogo.

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Hello there Reader.

 

Writing this article took me a lot longer than I originally anticipated (sorry about that Harry!) but I want to believe the end result I’m presenting you here in this review is well worth the wait.

 

I wrote here on the blog a while ago about the idea of tackling a new wargaming system from scratch and sharing my experiences along the way with you Reader from this blog. One of my biggest concerns were the scenery pieces given that the game I chose to begin with, Infinity from Corvus Belli, has a very different scale and atmosphere from the other games I already collected (namely Warhammer 40.000) and thus my collection of scenery pieces wouldn’t suit the new game.

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Salve leitor.

 

Como andei comentando aqui no blog a dificuldade em adquirir novas miniaturas para os jogos GW está forçando muita gente no Brasil a procurar alternativas. Não por acaso pululam no Warhammer Brasil relatórios de batalha de diversos outros sistemas. Parece que todo mundo anda experimentando algum jogo novo e compartilhando suas experiências com os colegas de hobby.

 

Eu mesmo já acalentava há algum tempo a vontade de experimentar novos jogos de estratégia, mas sempre esbarrava na dificuldade em encontrar oponentes onde moro contudo,  com o advento do Embargo posto em prática pela GW percebi que era chegada a hora de procurar um novo Wargame.

 

Basta uma pesquisa rápida na internet pra ver que existem várias empresas colocando no mercado os mais variados jogos de estratégia com as mais diversas ambientações. Existem hoje jogos de guerra para todos os gostos: Históricos (focando em diversos períodos); Medievais; Medievais Fantásticos; Pulp; Modernos e de Ficção Cientifica. Embora goste muito de ambientações de fantasia medieval, e consuma muito material nessa ambientação em diversas mídias, quando o assunto são os wargames acabo optando pelos de ficção cientifica. Não tenho uma razão pra essa preferência, até mesmo porque como acabo de dizer compro muitas miniaturas de fantasia, mas, uma vez mais um jogo de ambientação Sci-Fi chamou minha atenção: Infinity.

 

 

O Infinity é produzido por uma companhia espanhola chamada “Corvus Belli”, empresa que eu já conhecia a algum tempo por causa de uma linha de miniaturas destinadas aos jogos de RPG chamada “WarCrow”. Na época considerei adquirir algumas miniaturas de temática japonesa dessa linha, mas, como acabei deixando de jogar RPG desisti da aquisição e acabei me esquecendo da companhia.

 

Há cerca de um ano ou dois, dois amigos do Rio de Janeiro começaram a comentar bastante, e com muito entusiasmo, sobre um novo jogo que eles haviam começado a experimentar. Os dois elogiavam não só o jogo em si, descrito como um jogo muito mais taticamente acurado que os demais, como também a linha de miniaturas produzida especificamente para ele.

 

Comecei a procurar mais sobre o jogo na internet e a beleza das miniaturas me encantou logo de cara. Não sei precisar exatamente o que, mas as miniaturas de Infinity possuem um diferencial em relação a outras no mercado. Sendo assim, empolgado com as miniaturas e as descrições sobre o jogo empatei algum dinheiro na aquisição de um livro de regras do jogo. As regras estão disponíveis gratuitamente para download no site do jogo, mas eu costumo ser meio chato quando começo um novo jogo e tento adquirir sempre as regras antes de qualquer outra coisa, até mesmo pra determinar se vale o investimento. Além disso, o background de um jogo sempre é um fator muito importante pra mim, senão determinante, no que diz respeito à aquisição de novos jogos e a versão disponível para download não inclui nada sobre a ambientação do Infinity.

 

Bom, posso dizer desde já que não me arrependo por um segundo da compra e, sendo honesto, me surpreendi com a qualidade do background e do jogo em si, no entanto não coloquemos o carro na frente dos bois. Onde eu estava mesmo? Ah! O livro de regras.

Produzido em capa dura o livro que comprei trás a segunda edição revisada do jogo e é, na falta de melhor descrição, um espetáculo para os olhos. Ele trás mais de 200 páginas completamente coloridas e ricamente ilustradas com desenhos, diagramas explicativos e fotos das miniaturas em cenários incríveis (como as que ilustram este artigo). Algo digno de nota e que alguns colegas comentaram e eu não havia percebido até ter o livro em mãos é a forte influência dos mangás no conceito visual do jogo uma vez que as ilustrações, e em menor grau as miniaturas, remetem bastante ao estilo consagrado dos quadrinhos japoneses.

 

Devo admitir que não gosto muito de mangás (li muito pouca coisa) ou mesmo do estilo “manganesco” de desenhar quadrinhos e fazer animações (só gosto mesmo de Akira e nunca curti “Cavaleiros do Zodiaco” ou “Dragon Ball”), porém, nesse jogo achei que a coisa toda funcionou de modo legal e o estilo acabou servindo como uma luva. Citando o bom, e sucinto, amigo Marcos: “Ornou”!

 

Como eu já disse o background do Infinity foi uma grata surpresa, justamente por contrastar tanto com a ambientação do jogo sci-fi da GW à que me dedico a tanto tempo. Ambientado 175 anos no futuro da nossa terra o universo do Infinity nos é ainda muito familiar, mas, ao contrário do sombrio futuro distante onde só existe guerra, o futuro aqui é brilhante. A humanidade finalmente conseguiu se desvencilhar de suas amarras terrestres e lançou-se às estrelas colonizando novos mundos. Criamos ainda a Inteligência Artificial e conquistamos grandes avanços tecnológicos. Nesse futuro é finalmente possível viver livre de doenças e potencialmente para sempre (ao menos para alguns poucos) já que a imortalidade é alcançável e a ressurreição uma possibilidade. Para o ser humano médio a civilização vive seu apogeu.

 

É claro que nem tudo são flores senão esse não seria um Wargame certo? Longe dos olhos do público em geral os poderes que dominam os mundos da humanidade travam entre si uma guerra secreta buscando a primazia sobre os demais. Além disso, uma força alienígena combinada, sob o jugo de uma poderosa entidade conhecida como EI (Evolved Intelligence ou Inteligência Evoluída em português) se aproxima dos domínios da humanidade e eles não vêm como amigos de nossa raça.

 

 

Eu mencionei ainda há pouco que existe uma familiaridade com a ambientação e isso se dá por que o nosso mundo atual lança reflexos no futuro apresentado no jogo. Nesse futuro as nações como conhecemos hoje deixaram de existir e a humanidade se fragmentou em diferentes facções. Em nosso planeta, a Terra, os países de hoje em dia deixaram de existir e o poder é disputado entre dois grandes blocos, verdadeiras super potências, que amalgamam as antigas nações: PanOceania, que reúne entre outras tantas nações de mentalidade ocidental o Brasil, e Yu Jing que reúne as nações asiáticas sob o controle da antiga China.

 

 

 

Existem ainda três facções humanas fora da terra. A primeira delas é o “Novo Islam”, ou Haqqislam, um novo poder econômico e religioso que surgiu com base num novo entendimento da doutrina muçulmana. Seus lideres, entendendo que a Terra não serviria como lar desse novo recomeço, encontrou na colonização espacial uma saída e financiou a colonização de um novo sistema, Bourak, pra onde migraram grande parte dos adeptos do Novo Islam e onde se tornaram grandes mercadores e referência no campo da medicina.

 

 

A segunda facção é composta por colonos de origem Russa, Francesa, Americana e Escocesa que operaram em conjunto no Projeto “Dawn” (aurora ou amanhecer), uma iniciativa para explorar um buraco de minhoca (Wormhole) através do qual era possível chegar a um novo sistema colonizável. Porém, algo deu errado e os primeiros colonos foram deixados sem suprimentos ou reforços quando o buraco de minhoca entrou em colapso destruindo a segunda nave colonizadora e isolando os colonizadores originais da humanidade. Tempos depois, através de um novo buraco de minhoca, contato foi re-estabelecido com os colonizadores originais, agora uma nação intitulada Ariadna (nome da nave que os transportara até o novo sistema) que se insurge contra os interesses expansionistas de PanOceania e Yu Jing.

 

 

Por fim temos os Nomads (Nômades), humanos que deixaram a sociedade estabelecida na Terra para singrar as estrelas em três enormes espaçonaves ( Tunguska, Bakunin e Corregidor) fazendo os trabalhos que outros não podem ou não querem fazer.

 

 

Tenha em mente que o que ofereço ao meu leitor aqui é um resumo, uma tentativa de condensar 125 páginas de uma ambientação rica e cheia de nuances de modo a apresentar, em linhas gerais, as facções disponíveis para os interessados no jogo. Eu recomendo taxativamente que, havendo interesse, você invista na aquisição do livro de regras. Com certeza você também não irá se arrepender.

 

 

“Mas e o jogo em si? Como são as regras?” Bom, eu ainda não joguei uma partida propriamente dita. Em julho passado, visitando o Clube Gaúcho de Wargames, o amigo Vitor jogou comigo um demo, que me ajudou a compreender melhor as regras, mas que dificilmente conta como um jogo sério, primeiro porque o Vitor ali estava imbuído do espírito de ensinar e segundo porque faltou-me o acúmen tático tão necessário nesse jogo. Ainda assim, julgando com base nessa demonstração, em um jogo que assisti e em minha leitura das regras posso assegurar você que o Infinity é sim um dos jogos mais taticamente acurados que já vi.

Uma das coisas a se ter em mente é que o Infinity é um jogo “Skirmish”, ou seja, um jogo focado em pequenas escaramuças entre um punhado de miniaturas e essa é justamente a intenção de seus desenvolvedores. Como já apontei, na ambientação do jogo, o universo goza de relativa paz e os conflitos entre as facções refletem pequenas operações secretas e conflitos de menor intensidade entre suas forças. Embora esse possa ser um fator de desinteresse para uma parcela de jogadores por aqui eu garanto que tal fato não diminui em nada o brilho do jogo.

 

As partidas de Infinity usam mecânicas consagradas já conhecidas daqueles familiarizados com os wargames como turnos de jogo alternados, rolagem de dados para determinar sucesso de ações, linha de visão entre as miniaturas e a construção de exércitos tendo como base um número de pontos pré-definidos para a partida, mas, o que distingue o Infinity dos outros jogos de estratégia são duas novas mecânicas ( ao menos o são pra mim): as “Orders” (Ordens) e “Automatic Reaction Orders” (ARO – Ordens de Reação Automática – Vou manter os termos em inglês para evitar confusões sobre as regras).

 

Deixem-me explicar rapidamente como cada uma funciona. Durante uma partida os jogadores se alternam em turnos nos quais cada jogador poderá ativar e assim realizar ações, com as miniaturas que compõe seu army gastando para isso suas “Orders”. Cada jogador recebe uma “Order” para utilizar em jogo para cada miniatura que ele tem em seu exército. Assim, se um jogador possui em seu exército 7 (sete) miniaturas ele terá 7 (sete) “Orders” para utilizar em cada turno. Se o outro jogador possuir somente 4 (quatro) miniaturas em seu exército ele terá somente 4 (quatro) “Orders” para gastar em seu turno, potencialmente executando menos ações que seu oponente de exército mais numeroso.

 

O que chamou minha atenção logo de cara nessa mecânica é que o jogador não pode se dar ao luxo de construir o exército investindo os pontos em poucas unidades poderosas porque ao fazê-lo ele não geraria “Orders” suficientes para usar as miniaturas de forma efetiva em batalha. Outro aspecto interessante é que você não está obrigado a ativar todas as miniaturas do seu exército a cada turno. Uma vez que a miniatura integre o army ela adiciona uma “Order” ao conjunto de “Orders” à disposição do jogador que as emprega como bem entender podendo, inclusive, empregar todas as “Orders” que possui para ativar várias vezes uma mesma miniatura durante um único turno. Não, isso não quer dizer que um jogador poderia, potencialmente, empregar todas suas “Orders” e destruir com impunidade o exército inimigo em um único turno.

 

 

Tá lembrado da segunda mecânica do jogo mencionada por mim? É ela a responsável por balancear o jogo tornando-o taticamente instigante assim como é a razão pela qual O Infinity tem sido propagandeado com um slogan a principio estranho para qualquer Wargamer: “É sempre seu turno!”

 

Normalmente você teria que aguardar até que seu oponente completasse o turno dele para poder agir no jogo, mas isso não acontece no Infinity. Nesse jogo, graças a mecânica do ARO, realmente é sempre seu turno. Sempre que o jogador ativo (Active Player – O jogador que está agindo no seu turno) gasta uma “Order” e realiza uma ação com uma de suas miniaturas seu oponente tem a chance de executar uma ação (uma ARO) sem gastar nenhuma “Order” com cada uma de suas miniaturas que possui linha de visão para a miniatura ativada. Essa ação realizada pelo oponente (ARO) acontece ao mesmo tempo que a ação anunciada pelo jogador ativo e não apenas tem o potencial de atrapalhar ou interromper a ação do jogador ativo, mas pode ainda eliminar a miniatura ativa que realiza a ação.

 

Para resolver o impasse criado os dois jogadores terão a chance de rolar um dado e se o jogador reativo (aquele que está empregando a ARO) vence a rolagem de dados ele atrapalha de alguma maneira a ação anunciada pelo jogador ativo levando em consideração a ação anunciada como ARO.

 

 

Soa complicado? Bom eu também não entendi direito como funcionava essa regra na primeira vez que a li, já que ela subverte o status quo dos jogos permitindo que um jogador aja durante o turno de seu oponente. Imagine um Wargame típico, nele, durante o seu turno, é possível correr bem em frente ao exército inimigo com relativa impunidade porque seu oponente só poderá agir quando for o turno dele correto? Isso não acontece no Infinity. Se você opta por correr com uma miniatura passando com ela em frente de um modelo inimigo esse modelo tem uma chance de reagir (usando a ARO) e pode abater seu modelo impedindo-o de completar seu movimento.

 

“Uau!” você pode estar pensando com seus botões. É mesmo surpreendente. Acredito ter soado exatamente dessa maneira quando entendi o funcionamento do ARO da primeira vez. Na verdade é até possível que eu tenha gargalhado sonora e maquiavelicamente já que pela primeira vez um jogo me oferece a possibilidade de reagir às ações do meu oponente em tempo real, tal qual ocorreria em uma situação de combate real.

Vou dar outro exemplo: Imagine que você está disputando uma partida e decide empregar uma de suas miniaturas, um granadeiro, para arremessar uma granada através de uma janela na tentativa de desalojar um inimigo que está escondido (É dá pra fazer isso no Infinity também!). Você anuncia então sua ação como “Levantar-se atrás do muro e arremessar uma granada pela janela”, mas o seu oponente no jogo tem linha de visão para seu granadeiro com um sniper posicionado num prédio ao lado. Assim ele declara a ARO a que ele tem direito como “Vou disparar com meu sniper contra o seu granadeiro”. Agora os dois jogadores vão rolar um dado (o jogo usa dados de vinte lados) e quem vencer essa rolagem (tirando um resultado abaixo do valor de habilidade aplicável, porém mais alto que o valor obtido pelo oponente) consegue dar seguimento à ação anunciada. No nosso exemplo, se o jogador ativo vence a rolagem seu granadeiro se esquiva do tiro e completa a ação arremessando a granada e resolvendo suas conseqüências (BOOOM!) porém, se o jogador reativo vencesse a rolagem de dados o tiro de seu sniper atingiria o granadeiro não só interrompendo a ação mas também possivelmente abatendo-o (já que tiros costumam ser mortais nesse jogo).

 

Parece injusto ter uma de suas miniaturas abatidas pelo inimigo em seu próprio turno? Bom, basta lembrar que você também terá a chance de agir durante o turno de seu oponente. Agora tente imaginar as implicações táticas dessa simples mecânica em um jogo. Para se mover, por exemplo, você terá de lançar mão de subterfúgios para mover-se pela mesa de jogo sem ser alvo dos tiros do inimigo. Soluções como o emprego de camuflagem, andar agachado ou mesmo arrastando-se ou mover-se com a cobertura de uma granada de fumaça parecem soluções táticas possíveis certo? Pois bem, e se eu disser que o Infinity oferece a possibilidade de fazer tudo isso e muito mais?

 

Já tendo sido fisgado pelas miniaturas e pelo background as regras inovadoras do Infinity foram o empurrão derradeiro e não tenho mais qualquer dúvida de que vou mergulhar de cabeça nesse novo universo. Sendo assim gostaria de convidar à você, leitor do “The Painting Frog” a continuar visitando o blog e me acompanhando enquanto exploro as possibilidades apresentadas pelo jogo, suas regras, miniaturas e coleciono e jogo com os novos exércitos. Sinta-se a vontade de retornar sempre que quiser para mais informações sobre esse novo jogo  que aporta agora por aqui.

 

 

Would you like to know more?

“If you could make God bleed, people would cease to believe in him, there will be blood in the water, the sharks will come” – Ivan Vanko in Iron Man II.

 

Hello there!

 

It’s been a little over four months since we first broke out the word about Games Workshop’s embargo on sales to countries outside the European Union. The world has kept on spinning and despite all the raging, formal complaints, promises and veiled threats GW’s embargo still stands.

 

And how did it affect my hobby? Well I’ve been a wargamer for the biggest part of my adult life and, I must admit, a hardcore GW fan. No matter what the company threw my way, from price rises to expunging my existing armies from existence (or at least their rules), I kept coming back for more. Let’s face it, you don’t get to be king of the hill without delivering, and man, has GW delivered over the years. As new models rolled out there was no shortage of “Wow’s” from me (have you guys seen the latest batch of Ogre models? Wow!) but, since the embargo, I was forced to broaden my horizons and I firmly believe I’m not the only one.

 

After an embargo on sales of their products to dozens of countries, another price rise, a lame recast of its own models in resin (poorly done IMHO), and recent news of a lawsuit in which may finally bring down the IP castle GW has barricaded itself behind over the years it seems a lot of people are feeling neglected, if not downright angered, by a company who earned a really good share of our disposable income.

 

Well I’m happy to report it turns out there’s a lot of companies out there willing to treat their customers fairly and with respect and which are indeed delivering really good wargaming systems in which the game play is not only a lot better than the ones produced by GW but who also have very nice miniature lines and background stories to support their gaming systems.

 

That brings me to the reason for this post. As I said my horizons have been vastly broadened as I found out there are quite a few new wargaming systems around the block and the thought occurred to me: “Why not have a good time trying out new games and sharing my impressions about them with my readers?”. I’ve done so in the past and I feel the time is right to start doing so again. So expect a lot to come over the next few months as I try and review as many gaming systems and gaming products as I can lay my hands on.

 

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Opa! Salve Leitor.

 

Já faz alguns meses desde que publicamos nosso primeiro artigo sobre o embargo levado a efeito pela Games Workshop, proibindo empresas baseadas na Europa de venderem para países fora da União Européia, o que afetou significativamente a comunidade brasileira devotada aos jogos da empresa.

 

E qual foi o efeito do embargo no Brasil? Bom eu observo que o principal efeito na comunidade de modo geral foi no sentido de diminuir a popularidade dos jogos GW de modo geral, já que não se vêem mais jogadores apresentando e colecionando novos exércitos, ou mesmo comprando novos modelos para os exércitos que já possuem, com a mesma freqüência que ocorria a um ou dois anos atrás. Uma outra conseqüência do embargo é que mais jogadores tem diversificado suas escolhas. Um exemplo claro é o súbito crescimento em popularidade do jogo Flames of War por aqui.

 

E eu? Como esse embargo afetou a mim, você pode querer saber. Bom, antes de qualquer coisa acho pertinente, importante até, deixar claro que pela maior parte da minha vida adulta eu tenho jogado jogos de estratégia militar, ou simplesmente Wargames, e sempre dediquei uma grande, senão a totalidade, dos meus gastos e esforços aos jogos e modelos produzidos pela GW, em especial o Warhammer 40.000.

 

Sou um fã confesso do background e dos modelos produzidos pela empresa e vim acompanhando ao longo dos anos, com cada vez maios fascínio, o avanço da empresa a passos largos nesses aspectos do hobby. Nunca foi segredo para mim que há um bom tempo a Games Workshop não era lá a empresa mais devotada à satisfação de seus consumidores, talvez pela segurança proporcionada pela grande qualidade de seus produtos, talvez por interessar-se tão somente nos lucros e dividendos ao fim de cada ano. Fato é que a GW distanciou-se cada vez mais de seu público ao longo dos anos, mas nunca falhou em entregar modelos incríveis. E por muito tempo isso me bastou.

 

A despeito dos freqüentes aumentos de preço, de ter tido problemas comprado diretamente da empresa e de não concordar com diversas das políticas e decisões implementadas pela empresa eu continuei sendo um consumidor fiel, mas isso mudou desde o embargo. Não, eu não deixei de gostar do background, dos jogos, ou modelos da GW, muito pelo contrário, porém, ficou muito difícil comprar os produtos dela, e já que o meu suado dinheiro não parece fazer falta pra a GW o embargo me obrigou a expandir meus horizontes e procurar outras opções para satisfazer as necessidades do meu hobby.

 

E qual não foi minha surpresa ao descobrir toda uma pletora de jogos de estratégia, também com uma ambientação sci-fi, produzidos por companhias empenhadas não só em produzir um produto de qualidade, mas também na satisfação do seu cliente.

 

O que nos trás ao motivo do post de hoje. Tomei a decisão de experimentar novos jogos. Desde as resenhas do Hordes e Warmachine eu abordei poucas vezes outros jogos por aqui, o que pretendo remediar a partir de agora, compartilhando com os leitores aqui do “The Painting Frog” minhas impressões sobre esses jogos a medida que pinto, monto, jogo todos eles.

 

Então é isso! Em breve diversas novidades por aqui.